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Quaest mostra Lula à frente de Flávio Bolsonaro na disputa presidencial de primeiro turno; ambos empatam no segundo turno
Por POLÍTICA JB
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Publicado em 28/09/2026 às 10:54
Alterado em 28/09/2026 às 10:54
O presidente Lula Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A seis dias da eleição, a nova pesquisa Quaest sobre a disputa presidencial mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 39% das intenções de voto no cenário estimulado de primeiro turno. O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece em segundo lugar, com 34%, em uma diferença de cinco pontos percentuais.
Na sequência, Augusto Cury, do Avante, aparece com 4%, empatado numericamente com Ronaldo Caiado, do PSD. Renan Santos, do Missão, tem 3%, enquanto Romeu Zema, do Novo, registra 1%. Os demais candidatos não pontuaram, os indecisos somam 5% e os votos brancos ou nulos chegam a 10%.
Oscilações em relação à rodada anterior
Em comparação com a pesquisa anterior, Lula oscilou dois pontos para cima, saindo de 37% para 39%. Flávio Bolsonaro também avançou, mas em menor intensidade, subindo de 33% para 34%.
Entre os demais nomes, Cury variou de 6% para 4%, Caiado manteve 4%, Renan Santos continuou com 3% e Zema permaneceu com 1%. Samara Martins foi de 1% para 0%. No geral, houve redução dos indecisos, de 8% para 5%, e dos votos brancos e nulos, de 10% para 7%.
Cenários de segundo turno mostram disputas apertadas
No eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o levantamento indica empate numérico: 42% para cada um. Nesse cenário, os brancos e nulos somam 13%, e os indecisos, 3%.
Contra Ronaldo Caiado, Lula tem 43% e o pessedista, 40%, o que configura empate técnico dentro da margem de erro. Em outro cenário, contra Renan Santos, o petista marca 42% e o adversário, 39%, também em empate técnico. Lula vence Augusto Cury por 42% a 33% e Romeu Zema por 46% a 30%.
Levantamento foi feito após novas mudanças no debate público
Esta é a primeira pesquisa Quaest sobre a disputa à Presidência desde a proibição das bets no país, anunciada por Lula na sexta-feira, 25. O estudo também é o primeiro do instituto a avaliar se houve impacto após a disseminação de uma notícia falsa que relacionava Flávio Bolsonaro à retirada do título de padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida.
A pesquisa realizou 2.004 entrevistas presenciais entre os dias 24 e 27 de setembro. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).