O nome de Renato Gaúcho voltou à pauta da Seleção Brasileira. Em entrevista ao programa Esporte Record, o ex-jogador Romário defendeu o treinador do Vasco como o nome ideal para assumir o comando do Brasil caso Carlo Ancelotti não siga no cargo após a Copa do Mundo de 2026.
Romário avaliou que Renato reúne as características necessárias para liderar o grupo nacional. Para Romário, o treinador é vencedor, tem boa relação com os jogadores e sabe segurar o vestiário, atributos que considera essenciais para um ciclo novo da Seleção.
A condição para renovar com Ancelotti
Antes de chegar ao nome de Renato, o ex-atacante deixou claro que a permanência de Ancelotti na Seleção tem uma condição: o título mundial. Segundo Romário, não bastaria chegar à final e perder. O treinador precisaria ser campeão para justificar a continuidade. Para Romário, não faz sentido o italiano continuar na Seleção Brasileira se o Brasil não levar o hexa neste ano
A lógica do Baixinho é que, com ou sem Ancelotti, os dois anos seguintes à Copa deveriam ser usados para montar uma nova base, com tempo suficiente para preparar o Brasil para o ciclo seguinte, continuando de olho no grande prêmio do torneio mundial.
Brasil pode estar entre os favoritos
Romário também avaliou o nível da Seleção antes da Copa. Para ele, tecnicamente o Brasil está atrás da Argentina, da França, de Portugal, da Espanha e da Alemanha. No entanto, o ex-jogador lembrou que o histórico e o peso da camisa verde e amarela exercem um efeito sobre os adversários que vai além do futebol em campo. Para Romário, um dos trunfos do Brasil é o efeito psicológico que a fama dos jogadores brasileiros causa.
Romário ressaltou que a derrota por 7 a 1 para a Alemanha, na Copa de 2014, foi um episódio atípico e não apaga a tradição de um país com cinco títulos mundiais.





