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As melhores exposições da cidade - 25 de novembro a 1º de dezembro

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-- EXTRA --

ÁFRICA HEREDITÁRIA-INTERATIVA / BATE- PAPO E HISTÓRIAS - O tema é um convite à reflexão, por meio de jogos, dramatizações e contações de histórias, sobre o continente africano. O público participa como personagem das narrativas. A atividade complementará algumas visitas monitoradas da exposição África-Brasil: Ancestralidade e Expressões Contemporâneas. Informações e inscrições: 3261-2567, 3261-2552, [email protected]. Grátis (mediante agendamento por telefone). Até 4 de dezembro. Mais informações sobre a exposição abaixo 'Em cartaz'

DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA - O dia 20 de novembro é considerado o Dia Nacional da Consciência Negra – Dia de Zumbi, no Brasil. Por isso, para comemorar a data e valorizar a cultura negra, levando-a ao acesso do público carioca, a Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro (SMC) promove uma programação especial neste mês, com algumas atrações gratuitas, entre shows e oficinas, para diversos públicos. Na Praça Tiradentes, no Teatro Municipal Carlos Gomes, em Realengo, no Armazém da Utopia, no Centro Cultural da Justiça Federal e no Centro Afro Carioca de Cinema, e no Centro Cultural Municipal Laurinda Santos Lobo os cariocas poderão conferir as apresentações. Até 1º de dezembro. Confira aqui a programação completa.

ÍNDIA! - A mostra explora os mais diversos aspectos desse país multifacetado por meio de quase 400 peças em uma viagem pelos últimos dois mil e duzentos anos de história. É a maior exposição de cultura indiana já realizada no País, com obras pertencentes ao Museu de Arte Asiática de Berlim (Alemanha), ao Museu Rietberg de Zurique (Suíça), ao Museu Nacional de Etnologia de Leiden (Holanda) e a coleções particulares, além de fotografias antigas, itens de arte popular e de arte contemporânea cedidos por artistas e instituições privadas na Índia. Centro Cultural Banco do Brasil, Rua Primeiro de Março, 66, Centro (3808-2020). 3ª a dom., das 10h às 21h. Grátis. Até 29 de janeiro. 

ÍNDIA - LADO A LADO, sob curadoria de Tereza de Arruda, reúne pintura, escultura, instalação, fotografia e vídeo de 18 artistas e dois coletivos, todos vivendo na Índia e atuando internacionalmente. A mostra é parte do evento ÍNDIA! Instalados em 900 m2 do CCBB, os cerca de 40 trabalhos selecionados, inéditos no Brasil, expressam momentos distintos da cultura indiana ligados a questões históricas, sociais, econômicas, urbanísticas, entre outras, encobertas por narrativas em parte lúdicas e cotidianas, impregnadas de resolução estética marcante. Centro Cultural Banco do Brasil, Rua Primeiro de Março, 66, Centro (3808-2020). 3ª a dom., das 10h às 21h. Grátis. Até 29 de janeiro. 

JULIO LE PARC E IOLE DE FREITAS - Os artistas Julio Le Parc [1928, Mendoza, Argentina] e Iole Freitas [1945, Belo Horizonte] participam de um encontro gratuito, aberto ao público, no CCBB Rio. Este é o último encontro do ano do programa Meridianos, da Casa Daros, que já reuniu os artistas Carlos Cruz-Diez e Waltercio Caldas, em maio, Teresa Serrano e Lenora de Barros, em julho, Gonzalo Diaz e José Damasceno, em agosto, e Vik Muniz e Leandro Erlich, em outubro. Ambos têm trabalhos na Coleção Daros Latinamerica, sediada em Zurique, que reúne 1.100 obras, de 106 artistas. Centro Cultural Banco do Brasil, Rua Primeiro de Março, 66, Centro (3808-2020). 3ª a dom., das 10h às 21h. Grátis. 3ª, 29 de novembro, às 18h30.

MERIDIANOS - Dez artistas latino-americanos se encontram no Rio para falarem de suas trajetórias. Os artistas conversam em duplas – um brasileiro e um estrangeiro – em encontros abertos ao público. Os encontros acontecem entre 4 de maio e 29 de novembro em locais diversos. A Casa Daros e o Oi Futuro apresentam o encontro aberto ao público dos artistas Vik Muniz e Leandro Erlich. Ambos têm trabalhos na Coleção Daros Latinamerica, sediada em Zurique, que reúne 1.100 obras, de 106 artistas, e irão conversar sobre seu trabalho. Confira aqui a programação completa

NUCLEO EXPERIMENTAL DE EDUCAÇÃO E ARTE DO MAM - O Núcleo Experimental de Educação e Arte do MAM Rio, criado pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em parceria com a Petrobras e a Unimed, apresenta uma série de atividades em novembro, voltadas a todos os públicos. Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Av. Infante Dom Henrique, 85, Flamengo (2240-4944). Grátis. Confira aqui a programação completa.

UMBIGAR - Inspirado nas pulsações das danças de umbigada afro-brasileiras como jongo, coco, samba de roda, lundu e tambor de crioula, o espetáculo revela o universo feminino a partir da gestualidade que vem dos movimentos do umbigo, fazendo menção aos ciclos de vida e morte. Perfomance: Juliana Manhães e Sergio Castanheira Direção Cênica: Paula Aguas e Natasha Mesquita. 5ª, 24 de novembro vai haver bate-papo com a equipe do espetáculo depois da performance. Centro Cultural Justiça Federal, Av. Rio Branco, 241, Galeria do 2º andar, Centro (3261-2550). 4ªs e 5ªs, às 19h. R$20 (Estudantes, maiores de 60 anos, artistas com registro profissional e professores da rede pública pagam meia). Até 1ª de dezembro.

-- ABERTURA --

1978, DESENHOS -  Foi numa conversa há poucos anos atrás  com o conhecido artista  português Artur Barrio, em Niteroi, que brotaram as forças para Claudio Valerio preparar a nova exposição. É que a partir deste estimulante encontro voltou o animo para retomar e ampliar a produção de desenhos concebidos originalmente para uma mostra realizada em 1978, da qual muitos se perderam,  e que agora acrescidos de outros trabalhos,  constituem a sua nova exposição. No total serão exibidos 27 desenhos, de pequenas e grandes dimensões. Museu Nacional de Belas Artes, Av. Rio Branco 199, Centro (2219-8474). 3ª a 6ª, das 10h às 18h, sáb.e dom., das 12h às 17h. R$8 (Estudantes e maiores de 60 anos pagam meia). Até 5 de fevereiro. A partir de 3ª, 29 de novembro, às 18h30.

EMQUADRADOS 2 - BRASIL - Nessa mostra, intitulada Emquadrados, o trocadilho com o título-tema é uma grande brincadeira que revela a verdadeira essência dessa arte. Nela, o artista recria de tudo um pouco. Coisas que já fez em exposições  anteriores, e coisas que serão temas de trabalhos futuros, como as divas do cinema, a série de cantoras, as personalidades, pessoas comuns, a série de deuses indianos e sua série de vilãs e mocinhas. Anderson Thives Studio And Art, Av. Atlântica, 4240, loja 223, Copacabana. Até 3 de dezembro. A partir de 6ª, 25 de novembro.

END - O artista espanhol Carlos Casas, baseada em um trabalho desenvolvido ao longo dos últimos dez anos em diferentes continentes e sob situações diversas e adversas. A mostra, que vai até janeiro na sede do Instituto, também integra a programação do “Festival Multiplicidade – Imagem Som inusitados”, que vem acontecendo ao longo desse segundo semestre no Rio. O que ainda torna mais realístico o trabalho de Carlos é sua aproximação com as pessoas que filma. Filmes: 6ª, 25 de novembro - Hunters - Since the Beginning of Time (Chukotka, Siberia, Rússia - 2008); 4ª, 14 de dezembro – Solitude – At the End of the World (Terra do Fogo, Patagônia, Argentina - 2005); 4ª, 11 de janeiro – Aral – Fishing in the Invisible Sea (Moynak, Karakalpakistan, Uzbequistão - 2004). Sala de Exposições do Instituto Cervantes, Rua Visconde de Ouro Preto, 62, Botafogo. 2ª a 6ª, das 10h às 19h. Até 12 de janeiro. A partir de 6ª, 25 de novembro.

ENRICO BIANCO - O artista plástico Enrico Bianco, que chegou ao Brasil em 1937, fugido da ditadura fascista de Mussoline na Itália, e seis meses depois conheceu Portinari, tornando-se seu amigo e assistente, realiza uma individual. Aos 93 anos, Bianco apresenta uma coleção inédita de desenhos e pinturas com linguagem gráfica inspirada em temáticas regionais brasileiras. Crayon sobre papel, acrílica, óleo sobre papel e tela e técnica mista fazem parte do universo da criação do artista. Galeria Colecionador Contemporâneo, Shopping Cassino Atlântico, Avenida Atlântica, 4240, lj 224, Copacabana. Grátis. 2ª a 6ª, das 10h às 19h; sáb., das 13h às 19h. Até 14 de dezembro. A partir de 6ª, 25 de novembro.

ESCULTURAS EM AÇO - A exposição reúne obras de 10 artistas brasileiros, que convidam o público a lançar um novo olhar sobre o aço. Serão apresentadas 20 peças tridimensionais, todas utilizando o aço como matéria-prima e trazendo um panorama diversificado das tendências da tridimensionalidade na arte contemporânea brasileira. As esculturas em aço mostram a versatilidade do material em formas que vão do detalhe mais fino, que parece filigrana, à monumentalidade que se impõe por seu próprio vigor e fortaleza. Centro Cultural Banco do Brasil, Rua Primeiro de Março, 66, Centro (3808-2020). 3ª a dom., das 10h às 21h. Grátis. Até 18 de dezembro.

GUILDA DE SÃO FRANCISCO - Uma profunda admiração pelo universo estético europeu do século XVII e uma releitura de um dos mais relevantes períodos artísticos motivou a produção coletiva de três artistas de Niteroi na exposição. Celio Belem, Claudio Valerio Teixeira e Milton Eulálio, enveredam com grande dominio técnico e prazer na  praticamente esquecida arte do séc. XVII, tendo por base, entre outras, a poderosa obra do pintor flamengo Peter Paul Rubens (1577-1640), um dos maiores nomes da arte daquele período. Museu Nacional de Belas Artes, Av. Rio Branco 199, Centro (2219-8474). 3ª a 6ª, das 10h às 18h, sáb.e dom., das 12h às 17h. R$8 (Estudantes e maiores de 60 anos pagam meia). Até 5 de fevereiro. A partir de 3ª, 29 de novembro, às 18h.

NA GEOMETRIA EXATA - O mineiro Carlos Muniz traz para o Rio exposição de trabalhos inéditos em chapas de aço pintadas com tinta automotiva e pinturas monocromáticas. As chapas de aço pintadas com tinta automotiva de suas esculturas seguem as mesmas construções presentes na pintura dando a impressão, para quem as observa em conjunto, de complementação uma da outra. Shopping Cassino Atlantico, Shopping Cassino Atlantico, Copacabana (2227-6929). 2ª a 6ª, das 10h às 20h; sáb., das 12h às 19h. Grátis. Até 10 de dezembro. A partir de 6ª, 25 de novembro.

PEDALANDO PELO MUNDO / SANDRINE ROCHA - Artista inaugura sua primeira exposição depois de rodar o mundo descobrindo novos lugares e capturando belas imagens. Em cada lugar que esteve, fazia questão de explorar novas paisagens andando de bicicleta. La Bicyclette, Rua Pacheco Leão, 320, loja D, Jardim Botânico (3256-9052). Até 23 de dezembro. A partir de 6ª, 25 de novembro.

-- EM CARTAZ NOS MUSEUS E CENTROS CULTURAIS --

>> Biblioteca Nacional, Avenida Rio Branco, 219, Centro (3095-3879). 3ª a 6ª, das 10h às 18h; sáb. e dom., das 12h às 17h. 

GIORGIO VASARI: A INVENÇÃO DO ARTISTA MODERNO - O pintor e arquiteto italiano Giorgio Vasari foi responsável por organizar, analisar e criticar importantes obras de arte do Renascimento no livro “Vidas dos mais excelentes pintores, escultores e arquitetos”, de 1550. O catálogo que trazia a biografia dos artistas foi considerado o primeiro livro de história da arte. Grátis. Até 11 de dezembro.

>> Caixa Cultural Rio de Janeiro, Av. Almirante Barroso, 25, Centro(2544-4080). 3ª a sáb., das 10h às 22h; dom., das 10h às 21h. Grátis. 

LEMBRANÇAS PERDIDAS - Em sua primeira individual, o cenógrafo e artista plástico Sérgio Marimba reúne 20 trabalhos a partir de fotografias antigas, recolhidas em feiras de antiguidades, sobrepostas em superfícies metálicas e oxidadas, que resgatam indícios de histórias reais ou imaginativas e estabelecem, por meio da arte, uma relação entre o presente e o passado. Até 27 novembro.

MARCAS DAS ALMA: UMA VIAGEM PELA CULTURA AFRO-BRASILEIRA ATRAVÉS DAS MARCAS CORPORAIS - Uma mostra composta por 50 peças arqueológicas, 10 fotografias e duas montagens cenográficas, que resgatam importantes períodos de nosso passado escravagista. As fotografias de autoria de Cristiano Jr., pertencentes ao acervo Noronha Santos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, trazem registros preciosos das etnias africanas e suas marcas corporais, usadas para identificação do grupo. Trata-se de um raro registro deste período e desses homens e mulheres. Até 27 de dezembro. 

>> Casa de Cultura Laura Alvim, Avenida Vieira Souto, 176, Ipanema (2332-2017). 3ª a dom., das 13h às 21h. 

7 - RONALD DUARTE - Filho de Xangô, o artista plástico Ronald Duarte faz uma homenagem ao santo do candomblé em sua exposição. Na individual, apresenta sempre sete unidades de suas obras, sejam desenhos de fogo, objetos em pet, fotos de grandes dimensões de interferências urbanas, além de vídeos e projeções. Os desenhos de fogo são feitos com maçarico de ourives sobre papel vegetal, de 100 x 70cm, que reage ao calor do aparelho e produz linhas em relevo ou queimaduras, como as de cigarro. Sob curadoria de Fernando Cocchiarale. O título da exposição vem do fato de o número determinar sequências marcantes no universo: sete dias da semana, sete cores do arco-íris, sete notas musicais, sete buracos da cabeça, sete anões, sete continentes, sete pecados capitais, entre outros. Até 4 de dezembro. 

>> Centro Cultural Banco do Brasil , Rua Primeiro de Março, 66, Centro (3808-2020). 3ª a dom., das 10h às 21h. Grátis.

THIAGO ROCHA PITTA - Mineiro de Tirandentes, Thiago Rocha Pitta é o novo dono da Sala A Contemporânea, dedicada a trabalhos de artistas da nova geração. A instalação "Juventude", criada em 2006, e o vídeo "O cúmplice secreto", de 2008, fazem referência ao mar - temática muitas vezes explorada por Pitta. "O mar não tem dono", diz ele, enfatizando que "o mar está fora do território, é um espaço livre". Até 31 de dezembro.

>> Centro Cultural Correios, Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro (2253-1580 ). 3ª a dom., das 12h às 19h. Grátis. 

ANIMA / ROBERTO DE OLIVEIRA COSTA - A exposição reúne 13 obras, de tamanhos variados, e mais um presépio, em grande dimensão, do escultor carioca Roberto Oliveira Costa, que mostra o contraste entre materiais díspares, como o granito escuro e a resina transparente. As esculturas traduzem inquietações íntimas entre aquilo que representa e o que se vê. Uma quase versão visual das teorias do escritor italiano Luigi Pirandello, segundo as quais “assim é, se lhe parece”. Até 8 de janeiro. 

CADEIRAS - A “valorização do perfeito objeto de descanso” é a linha contínua de criação da artista hispano-brasileira, Ascención Chanqués, que mostra cerca de 20 cadeiras-esculturas produzidas em aço inoxidável e contextualizadas na dança, no jogo de capoeira e nas fases da lua. Pela versatilidade do seu trabalho, Ascención considera que ao reinventar suas cadeiras, que elas evoluam de forma mais livre e ousada. Até 8 de janeiro. 

COLMEIA - Em sua quarta mostra individual, depois de cinco anos, a artista plástica Carina Bokel retorna com um trabalho surpreendente. A mostra apresenta apenas um painel de dimensão mural (3,30m x 7,70m), que é composto por 26 pedaços menores que, sem perder a autonomia da obra singular, se articulam entre si para formar a unidade perfeitamente integrada. As formas ganham relevo sutil com a proximidade. São como os favos de uma colmeia. Até 8 de janeiro.

MORRO DA CONCEIÇÃO - Viver no centro da uma moderna metrópole e ao mesmo tempo conviver com hábitos, costumes e valores que há muito ficaram para trás.  Além destes contrastes, presenciar a estranha sensação de “estar no interior, morando na cidade grande”,  onde as pessoas se cumprimentam,  chamam umas às outras pelo nome,  trocam pinceladas de gentilezas,  tudo isso no coração de um dos endereços mais preservados do Rio de Janeiro. Estas são algumas das inspirações que preenchem a exposição “Morro da Conceição” dos artistas  Marcelo Frazão e Luis Christello. Até 8 de janeiro. 

PARIS LA NUIT -  Aliança Francesa Rio de Janeiro traz para o público carioca uma visão incomum de Paris. Descortinada nos anos 30 pelas lentes do fotógrafo Gyula Halász (Brassaï), a cidade-luz é vista a partir de jogos de sombras, claros e escuros, em fotos que formam uma crônica da vida noturna parisiense, em imagens externas como a da Torre Eiffel e de ambientes fechados como cafés e cabarés. A exposição acontece de 23 de novembro a oito de janeiro e reúne cerca de 100 fotografias, nas dimensões 31x24 e 61x49cm. A curadoria é de Agnès Gouvion Saint Cyr. Até 8 de janeiro. 

UM SÉCULO DE VIVÊNCIA NUM PORTO MODERNO: RIO DE JANEIRO - 1910/2010 - A exposição resgata o processo histórico de desenvolvimento desse pedaço da cidade e retrata vivências da população ao longo de um século.  Durante a mostra, também serão realizados Seminários e Oficinas destinados a professores, estudantes e ao público em geral. Até 8 de janeiro. 

>> Centro Cultural Justiça Federal, Av. Rio Branco, 241, Galeria do 2º andar, Centro (3261-2550). 3ª a dom., das 12h às 19h. Grátis.

EM NOME DO SAGRADO - Kita Pedroza pesquisou sobre assistência religiosa em unidades socioeducativas, destinadas a adolescentes em situação de conflito com a lei. Seu estudo resultou em 40 imagens, que mostram momentos emblemáticos dessa documentação fotográfica sobre a vivência espiritual dos adolescentes e a atuação de religiosos no sistema carcerário. Visita orientada com a fotógrafa no sáb., 19 novembro, às 17h. Até 4 de dezembro. 

O TARO DE JANAINA - O visitante poderá conferir uma série de desenhos-pinturas de Deolinda Della Nina, cuja criação partiu de estudos sobre a representação da figura humana na contemporaneidade. Os retratos singulares nos remetem a personas ou arquétipos femininos, como uma leitura psicológica das cartas de tarô. Até 27 de novembro.

ÁFRICA-BRASIL, ANCESTRALIDADE E EXPRESSÕES CONTEMPORÂNEAS - A mostra apresenta uma abordagem áudio visual das civilizações africanas e sua história; além de homenageará a memória do recém-falecido pintor, poeta, escritor e professor universitário Abdias Nascimento. No evento de abertura, está previsto o lançamento de dois livros: Pestana, 30 Anos de Arte pela Igualdade, com uma a retrospectiva da obra de Maurício Pestana em 3 volumes e Ações Afirmativas: Análises jurídicas, publicação organizada por Renato Ferreira. Mostra valoriza a arte negra brasileira e homenageia a memória de Abdias Nascimento. Até 4 de dezembro.

O CCJF NO CENTRO DO RIO - A exposição interativa, em tela LCD, traça um paralelo entre a história do prédio e os fatos marcantes da cidade no mesmo período. Térreo. Permanente.

CIDADE E DESAPARECIMENO - AÇÃO ARQUIVAR - A mostra apresenta pesquisas poéticas de artistas que buscam construir relações de sentido, tempo e memória através da produção de obras marcadas pela transitoriedade. Nelas, a cidade se apresenta como vasto campo de experiências sensíveis, que podem ser compreendidas como escrita, texto e fabulação do cotidiano, recontado e redesenhado. Curadoria: Luiz Claudio da Costa, Leila Danziger e Malu Fatorelli.  Até 27 de novembro. 

GALERIA DAS TOGAS - A exposição, inédita no Rio de Janeiro, mostra um breve histórico da origem e evolução do uso da Toga - roupa indispensável no vestuário dos magistrados. Permanente.

LINHA DO TEMPO DO JUDICIÁRIO NO BRASIL - O  equipamento audiovisual da Sala Interativa, no térreo, apresenta fatos marcantes da história do Judiciário do Brasil. Térreo. Permanente.

RELEVOS TRANSITÓRIOS - Composta por dezoito fotografias impressas em papel Hahnemuhle e duas instalações, a exposição  de Cristina Bahiense é o resultado de uma profunda pesquisa feita com materiais contemporâneos  e industriais, onde a oposição entre elementos geométricos e orgânicos, o contraste da pós-imagem e a consequente ambiguidade perceptiva sugerem um espaço dinâmico. Até 27 de novembro.

TRAMAS VISUAIS - O projeto fotográfico de Ricardo Mello mostra a arquitetura do centro do Rio de Janeiro sob uma  perspectiva geométrica abstrata. As fotografias compõem uma animação de videoarte, onde  as imagens fotográficas formais se fundem, misturam-se e se movimentam. Até 4 de dezembro.

>> Museu da Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Rua Dom Manuel, 29, sala 202, Centro (3133-2515). 2ª a 6ª, das 11h às 17h. Grátis.

PROJETO DA MEMÓRIA DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - As cerca de 50 peças do acervo, composto de objetos, medalhas, documentos antigos, livros e itens de indumentária, estão expostas em dois belos ambientes do 3º andar, os Salões Nobre e dos Espelhos. Dentre as peças mostradas, estão o belo relógio de mesa pertencente ao TJ do Estado da Guanabara e a máquina portátil de escrever alemã Mignon, pioneira em seu gênero na década de 30, que faz parte do núcleo da escrita. Longa duração.

>> Museu de Imagens do Inconsciente, Rua Ramiro Magalhães, 521, Engenho de Dentro (3111-7471). 2ª a sáb., das 9h às 16h.

AS ORIGENS DO MUSEU DE IMAGENS DO INCONSCIENTE - A exposição aborda o inicio dos ateliês de pintura e modelagem da Seção de Terapêutica Ocupacional do Centro Psiquiátrico Nacional, hoje Instituto Municipal Nise da Silveira. Com curadoria de Luiz Carlos Mello, diretor do MII, a mostra apresenta obras inéditas produzidas por internos esquizofrênicos entre 1946 e 1951, além de memórias de Almir Mavigner, artista plástico que revelou em entrevistas detalhes desconhecidos sobre o início desse trabalho criado pela psiquiatra Nise da Silveira (1905-1999). Grátis. Até 31 de dezembro. 

>> Museu Nacional, Quinta da Boa Vista s/nº, São Cristóvão. 3ª a dom., das 10h às 16h.  R$ 3. 

SANTO ANTÔNIO DE SÁ: PRIMEIRA VILA DO RECÔNCAVO DA GUANABARA - A exposição sobre o início da ocupação do estado tem relíquias arqueológicas recém-descobertas. Alguns destaques são cachimbos africanos, que revelam traços culturais dos grupos de negros que vieram para o o Rio, e faianças, porcelanas portuguesas e espanholas com brasões de família que deram origem a sobrenomes como Silva. A mostra é resultado de um dos maiores trabalhos de arqueologia já feitos no país, na região de Itaboraí, onde foram identificados 45 sítios arqueológicos. Até 26 de novembro.

>> Museu Nacional de Belas Artes, Av. Rio Branco 199, Centro (2219-8474). 3ª a 6ª, das 10h às 18h, sáb.e dom., das 12h às 17h. 

O CIRCO DO SONHO - A mostra coletiva é de Andrei Muller, Flávio Vasconcellos e Gustavo Speridião, o trio artístico “Gráfica Utópica”. Com o mesmo nome da exposição e com objetivo de mostrar a relação poética e política que se estabelece entre os artistas e os recursos atuais de produção do áudio visual, o coletivo apresenta o premiado filme “O circo dos Sonhos”, um média metragem que sintetiza o trabalho dos artistas e os meios disponíveis para a produção do vídeo arte. A mostra contará também com uma sequência de 26 fotografias digitais em preto e branco, que fazem parte do projeto. Paralelo a exposição, haverá o projeto “08 Domingos de Vídeo Arte no MNBA”, que contará com exibição de uma série de sessões de vídeo arte no auditório. Museu Nacional de Belas Artes, Av. Rio Branco, 199, Centro (2219-8474). 3ª a 6ª, das 10h às 18h, sáb.e dom., das 12h às 17h. R$ 8, meia-entrada R$ 4. Grátis aos domingos. Até 11 de dezembro. 

GALERIA DE ARTE BRASILEIRA MODERNA E CONTEMPORÂNEA - Um amplo e rico painel da arte nacional do século 20 e dos dias de hoje, é o que aguarda o visitante. O espaço da exposição está dividido em dois andares, abrigando pinturas, esculturas, gravuras, desenhos e instalações. Permanente.

GALERIA DE ESCULTURAS ESTRANGEIRAS - Com treze obras expostas, e recém aberta, a exposição está abrigada na Galeria Rodrigo Mello Franco, no segundo piso. Entre os destaques estão expostas obras  do francês Auguste Rodin, "A meditação sem braço"; do uruguaio José Belonni, com "Águia",  e do argentino Rogelio Yrurtia autor de "Torso", entre outras,  com grande presença de autores latino-americanos. Longa duração.

A REINAUGURAÇÃO DA GALERIA DE ARTE BRASILEIRA DO SÉCULO XIX - Fechada para obras de reforma desde 2008,  a nova Galeria de Arte Brasileira do Século XIX foi reinaugurada. Dentro da imensa Galeria de Arte Brasileira, provavelmente a maior do Brasil,  com 2 mil metros² e 8 metros de pé direito,  estarão em exibição 230 trabalhos,  ou seja,  100 a mais do que a versão anterior.  A coleção engloba pinturas,  esculturas,  arte sobre papel e mobiliário, todos restaurados para a mostra. Até 18 de fevereiro. 

>> Museu da Republica, Rua do Catete, 153, Catete (3235-3693). 3ª a 6ª, das 10h às 17h; sáb., dom. e feriados, das 14h às 18h. R$6; grátis 4ª e dom. 

A RES PÚBLICA BRASILEIRA - A exposição se divide em seis ambientes que pretendem recriar, historicamente, o período republicano. Longa duração.

>> Museu de Arte Contemporânea de Niteroi, Mirante da Boa Viagem, s/ nº, Niterói. 3ª a dom., das 10h às 18h. A bilheteria encerra suas atividades 15 minutos antes.

COLEÇÕES JOÃO SATTAMINI E MAC - Esta mostra, complementada com obras da Coleção MAC de Niterói (constituída por doações de artistas), oferece ao visitante um panorama de importante momento da história, sobretudo quando se testemunha o interesse cada vez maior pela arte brasileira em todo o mundo. R$5. Longa duração

>> Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Av. Infante Dom Henrique, 85, Flamengo (2240-4944). 3ª a 6ª, das 12h às 18h; sáb., dom. e feriado, das 12h às 19h. R$8. R$ 4 para estudantes maiores de 12 anos e para maiores de 60 anos. Grátis para amigos do MAM e crianças até 12 anos. Domingos ingresso família, para até 5 pessoas: R$8. 

(+10) / JORGE EMMANUEL - Os trabalhos fazem parte de uma pesquisa que Jorge Emmanuel vem desenvolvendo desde 2000, em que trabalha a partir de imagens de rostos. Há dois anos, o artista encontrou em uma reportagem de jornal rostos de pessoas que perderam a vida, de modo sumário, pela polícia do Rio de Janeiro. A partir disso, Jorge Emmanuel criou a instalação (+9), que ele denomina como sendo um grande relevo espacial de madeira, de contornos irregulares, que chegam à 6m x 3m em seus pontos extremos. Jorge Emmanuel também apresentará o trabalho (+1), com a imagem de um rosto adesivado em tiras sobre sete lâmpadas fluorescentes acesas. Próximo à escada do foyer, estará a obra “Salto”, uma ocupação espacial sonora, feita em colaboração com o artista Bruno Jacomino, na qual são emitidos sons de passos e grilos. Até 15 de janeiro.

BAQUE VIRADO / AFONSO TOSTES - As obras foram especialmente feitas para a mostra, que tem curadoria de Luiz Camillo Osorio. Afonso Tostes vai mostrar a grande instalação “Raiz”, composta por cerca de 20 peças esculpidas em madeira, 40 galhos de árvores folheados a ouro, além de outros naturais. As peças são ligadas através de tubos de cobre. Nas três paredes do espaço de 300 metros quadrados estarão 80 xilogravuras, com imagens de galhos, sobre fundo vermelho, da série “Reino”, de 2011. As esculturas que compõem a instalação “Raiz” são feitas em madeiras recuperadas de demolições e canteiro de obras pela cidade, material pesquisado há anos pelo artista, que desde o ano passado trabalha o formato de árvore.  Até 15 de janeiro.

PONTO FINAL SEM PAUSAS / ELISA BRACHER - A instalação, criada especialmente para a primeira exposição da artista no MAM Rio, é composta por uma grande esfera de 1,10 metro de diâmetro, pesando oito toneladas, que ficará a cerca de dois metros do chão e “flutuará no salão monumental do MAM”, suspensa por dois cabos de aço. Fazem parte da instalação, ainda, três grandes placas de chumbo – chamadas de lençóis pela artista – que ficarão próximas à parede do museu. Os “lençóis”, colocados vertical e horizontalmente, medem 8m x 10m cada. Até 15 janeiro.   

TUDO VAI FICAR DA COR QUE VOCÊ QUISER - Com curadoria de Marta Mestre e Ramon Mello, serão apresentadas cerca de 30 pinturas, em óleo sobre tela, feitas pelo artista em 2009, três meses antes de falecer. A mostra será acompanhada de um catálogo produzido pela Edições Pinakotheke. Dentre os destaques da exposição está a grande pintura "O sentido da vida", com 1,50 x 4 m, que “revela uma leitura do mundo através de signos visuais arcaicos e místicos”, segundo os curadores. Também fazem parte da mostra as pinturas "A morte do Saci", que está na capa do livro Me roubaram os dias contados (Record, 2010), e "O punk", capa do livro O Esquizóide (Record, 2011). Até 15 de janeiro.

>> Museu Histórico Nacional, Praça Marechal Âncora s/nº, Centro. 3ª a 6ª, das 10h às 17h30; sáb. e dom., das 14h às 18h. 

PERCURSO GRÁFICO - 50 ANOS DE ARTE DE CLÉCIO PENEDO - A exposição Percurso Gráfico – 50 anos da arte de Clécio Penedo está em cartaz no Museu Histórico Nacional/MinC entre os dias 6 de outubro e 25 de novembro.  Trata-se da retrospectiva da obra de Clécio Penedo (1941-2004), um importante nome do desenho brasileiro contemporâneo, no âmbito das comemorações dos 70 anos do nascimento do artista. Até 25 de novembro.

>> Oi Futuro Flamengo, Rua Dois de Dezembro, 63, Flamengo (3131-3060). 3ª a dom., das 11h às 20h. 

MUSEUS DAS TELECOMUNICAÇÔES - Espaço da memória, da experimentação e da contemporaneidade, o Museu incorpora as mais avançadas tecnologias e tendências museográficas do século XXI para contar a aventura da comunicação humana. Documentos, objetos museológicos aliados a recursos de alta tecnologia narram a história da comunicação humana. São mais de 120 vídeos, produzidos a partir de pesquisas em cerca de 90 instituições nacionais e internacionais, peças significativas do acervo histórico do Museu/Oi Futuro - como a cabine telefônica do início do século passado – que levam o visitante através de uma empolgante viagem virtual. Permanente

GABRIEL BASILICO - A exposição traz 63 fotografias de grande e médio formato e 15 painéis de provas em contato do artista italiano. Para a mostra no Rio, ele passou um período de 11 dias na cidade, em julho, pesquisando e registrando várias regiões da cidade, em projeto especial, a fim de produzir fotografias inéditas que estarão em uma sala especial da exposição. Estarão ainda fotografias das séries “Milão Retratos de Fábricas” (1978-1980), “Cidades”, “work in progress” e fotografias e provas em contato de “Beirute”, realizadas em 1991, no período pós-guerra. A exposição, panorama da obra do artista, será acompanhada de um livro de 156 páginas, 68 imagens a cor e preto e branco, texto crítico das curadoras e entrevista crítico de arte Paulo Sergio Duarte. Até 18 de dezembro. 

PREMISSAS / GILVAN BARRETO - A mostra reúne obras do fotógrafo pernambucano captadas ao longo de seus 15 anos de carreira, com imagens de todas as regiões do Brasil e de mais de 35 países. Gilvan Barreto é radicado no Rio, mas também viveu em São Paulo e Londres. O trabalho de Gilvan explora o contraste entre água e aridez. Até 18 de dezembro.

>> Oi Futuro Ipanema, Rua Visconde Pirajá, 54, 3º andar, Ipanema (32013010). 3ª a dom., das 13h às 21h. Grátis.

FIGURAS: A INVENÇÃO DE SI / MARCELO PIES - A mostra consiste em 20 painéis de dupla face dispostos em ângulos diferentes e suspensos no espaço, além de um slideshow. O objetivo é envolver o visitante de modo que permita a contemplação e desfile de imagens de pessoas, que de forma divertida e espontânea posaram para a câmera de Marcelo Pies. Nas ruas, calçadas, praias e shoppings, Marcelo Pies fotografou momentos triviais e de descontração, e que surge como revelação da autoestima no prazer de vestir-se de modo nada acanhado. Até 22 de janeiro. 

POESIA VISUAL / WLADEMIR DIAS-PINO - O projeto Poesia Visual apresenta Wlademir Dias-Pino, criador do poema-processo e um dos mais importantes poetas brasileiros de todos os tempos. Na inauguração do projeto, além da projeção dos poemas matemáticos criados por Wlademir na fachada do Oi Futuro em Ipanema, será lançado o livro sobre o poeta intitulado "Wlademir Dias-Pino" que se incorporará à coleção de editoriais do Oi Futuro "Arte e Tecnologia”. Até 20 de dezembro.

-- EM CARTAZ NAS GALERIAS E OUTROS ESPAÇOS --

1,2, - Na mostra composta por 16 obras inéditas recentes, Amador Perez dá continuidade a um processo iniciado há quase quarenta anos, onde investiga binômios da arte como obra e simulacro, produção e reprodução, materialidade e imaterialidade. Em “1, 2,” o artista trabalha a partir de desenhos de sua autoria produzidos nos anos 80, que percebe a dualidade que discute, e interfere manualmente em impressões de pigmento mineral sobre papel com uma linguagem que mescla os princípios técnicos do desenho, da gravura, da pintura e da colagem. Jaime Portas Vilaseca Galeria, Avenida Ataulfo de Paiva, 1079, subsolo 109, Leblon (2274-5965). 2ª a 6ª, das 10h às 19h; sáb., das 10h às 14h. Grátis. Até 3 de dezembro.

A3+ - A exposição é resultado de uma produção coletiva, que tem a impressão digital como matéria prima e explora a relação entre as artes urbanas e gráficas. Participam da primeira edição, 25 artistas contemporâneos de diferentes áreas como design, graffiti e ilustração. Com pôsteres 60 X 80 cm, a exposição conta também com projeções do Studio Brainstorm, intervenções no espaço externo e painel interativo - para participação dos convidados. Outros trabalhos antigos vão explorar o reaproveitamento de papel. Galpão das Artes Urbanas Hélio G. Pellegrino, Padre Leonel Franca, s/nº, Gávea. Grátis. 2ª a 6ª, das 9h às 17h. Até 31 de janeiro. 

ANTES QUE UM PENSAMENTO SE CONCLUA / LAURA ERBER - Na mostra, a artista expõe pela primeira vez a série de desenhos "Desalinho" e o objeto "Caderno Bénédictino" inspirado na personagem do seu livro digital "Bénédicte vê o mar" lançado recentemente. Os desenhos mostram pautas de cadernos escolares tornadas flexíveis, desfazendo a ilusão de segurança e estabilidade que normalmente oferecem. Liberadas da função de sustentar palavras, as pautas criam percursos sinuosos e incompletos, ora se partem, ora se embaraçam. A linha torna-se uma forma de pensamento e não deixa que as idéias se imobilizem. Serão expostos 10 desenhos em dois formatos – 42 x 29,7 cm e 59,4 x 42 cm – e um objeto. Galeria de Arte Mercedes Viegas, Rua João Borges, 86, Gávea (2294-4305). 2ª a 6ª, das 12h às 20h; sáb., das 16h às 20h. Grátis. Até 10 de dezembro. 

AQUECIMENTO GLOBAL - A exposição fotográfica propõe a reflexão dos efeitos do aquecimento global no planeta. Dentre os destaques, imagens impressionantes que mostram grandes placas de gelo que se deslocaram do continente devido ao aquecimento da temperatura na região. Além disso, fotos da vida de animais como ursos polares, que também estão sendo afetados pelo derretimento das geleiras. Bangu Shopping, Rua Fonseca, 240, Bangu (2430-5130). 2ª a sáb., das 10h às 22h; dom. e feriados, das 11h às 21h. Grátis. Até 26 de dezembro.

AZUL DA COR DO MAR - A aventura do visitante na exposição começa pela simulação de um mergulho atrás de uma cortina com projeções do mar. A primeira parada é no mundo lendário de piratas, sereias, monstros e seres que vivem nas profundezas de um mar tenebroso. A decoração utiliza alegorias da Escola de Samba Portela, no enredo homônimo ao nome da exposição. Na segunda braçada e em um  mergulho mais profundo irá encontrar a Amazônia Azul, patrimônio brasileiro no mar, e o Pré-Sal. Para finalizar e dando as últimas braçada a mostra traz à tona a resposta para a pergunta “Por que o mar é Azul?”, tendo a ciência como aliada para sanar essa curiosidade do visitante. Espaço Cultural da Marinha, Rua Alfred Agache, s/n, Praça XV, Centro. 3ª a dom., das 12h às 17h. Grátis. Até 31 de julho. 

CENAS INDEPENDENTES DO ROCK: 1990-2010 - Um novo mundo se abriu para o jornalista Pedro de Luna, quando ele começou a receber as primeiras cartas de bandas, fanzineiros e produtores de outros estados do Brasil. A mostra contemplará uma linha do tempo, reprodução de flyers e cartazes de 20 anos pra cá, capas e encartes de fitas demo e CDs alternativos, fanzines originais, projeção de videoclipes de bandas sem gravadora e uma simulação de palco, para o visitante tirar uma fotografia de lembrança. Sesc Niterói, Rua Padre Anchieta 56, Centro (2719-9119). 3ª a sáb., das 8h às 17h. Grátis. Até 3 de janeiro.

CO MEMORAR / FABIA SCHNOOR - Com cerca de 40 obras, entre telas, desenhos, colagens, fotografia e vídeo, a mostra convida a um mergulho no universo de Fabia, que transpira poesia em seus traços delicados, interlingando pontos, percursos e indivíduos na costura da memória. A história que cresce pra fora no mundo, cresce para dentro como uma escrita interna.  A memória é sempre uma recuperação de parte de algum tempo recriado no tempo presente, o esquecimento, a perda e a ausência caminham junto, é forte a presença da ausência e do que não é dito ou o que não foi vivido. Largo das Artes, Rua Luis de Camões, 2, sobrado, Lardo de São Francisco, Centro (2224-2985). Grátis. Até 17 de dezembro. 

CORTE - Na primeira individual no Rio, o artista mineiro Thiago Honório apresenta diversos materias em suas obras. Em “Vis-à-vis”, são chifres de boi, lupas e um espelho convexo; “Presa", traz uma presa de elefante, um anel de bronze com um projétil sobre uma estrutura de acrílico maciço; “Viravolta”, tem peles de lebres, negras e brancas, das quais emerge um par de chifres de touro selvagem; “Paparazzi”, coloca dois espelhos de face, arredondados, com lentes de aumento e braços articulados de latão, afixados à parede e dispostos lado a lado; e em “Entre“, dois chifres de boi incrustados na parede da sala principal da galeria. Galeria Laura Marsiaj, Rua Teixeira de Melo, 31 , Ipanema (2513-2074). 3ª a 6ª, das 10h às 19h; sáb., das 11h às 16h. Grátis. Até 3 de dezembro.

COW PARADE RIO 2011 -  Entre os dias 2 de novembro e 20 de dezembro acontece a segunda edição da exposição que reúne trabalhos de vários artistas que dão sua leitura a esculturas de vacas decoradas em diversos temas. Desta vez, a mostra ao ar livre conta com cem vaquinhas espalhadas por Botafogo, Lagoa, Jardim Botânico, Copacabana, Ipanema, Leblon, Laranjeiras, Lapa, Tijuca, Barra, Ilha do Governador e outros bairros. Entre as obras, estão a Vaca Lei Seca, Vaca de Elite, Frida Cowlo, Cowsurbano e Sucowta. Lagoa Rodrigo de Freitas, Av. Epitácio Pessoa s/n, Lagoa. Diariamente, às 10h. Até 20 de dezembro.

DENTRO/FORA/JUNTO - Produções da artista e docente Rosilda Sá, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), e do coletivo de artistas O Círculo, composto por integrantes da UERJ e da Comunidade da Mangueira. A mostra tem o objetivo de apresentar trabalhos que foram criados a partir de um modo colaborativo de produção artística, resultados da interação dos artistas envolvidos. A abertura da exposição contará com três apresentações: Coral do Meio-Dia, da UERJ, Coletivo 13 Numa Noite e da poetisa Helena Sá. Galeria Gustavo Schnoor e Salão 1, Centro Cultural da UERJ, Rua São Francisco Xavier, 524, Maracanã (2334-0728). 2ª a 6ª, das 9h às 20h. Grátis. Até 25 de novembro. 

(DES)EQUILÍBRIOS E (IM)PERFEIÇÕES - A mostra, com a curadoria de Marcus de Lontra Costa, apresenta trabalhos dos jovens artistas Alvaro Seixas (RJ), Clara Benfatti (SP), Guilherme Dable (RS), Hugo Houayek (RJ), Luciana Paiva (DF), Túlio Pinto (RS) e Virgílio Neto (DF) que, atualmente, se destacam em editais, prêmios, salões, residências artísticas e produção acadêmica. A Coleção de Arte abre espaço para jovens artistas, procedentes de Brasília, Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, integrando-os ao circuito cultural da arte carioca e reafirma a sua vocação de ser um espaço de divulgação artística comprometido com a qualidade e com os novos valores da arte brasileira. Galeria Coleção de Arte, Praia do Flamengo, 278, Térreo, Flamengo (2551-0641). 2ª a sáb., das 10h às 18h. Grátis. Até 18 de janeiro.

EM TORNO DA ESCULTURA - A exposição ocupa todo o espaço expositivo da galeria com treze obras, sendo algumas inéditas, de importantes artistas do acervo, tendo como enfoque a escultura e outras linguagens que exploram a tridimensionalidade. Com curadoria de Guilherme Bueno, a mostra possui obras de Ana Holck, Ana Linnemann, Angelo Venosa, Antonio Manuel, Carla Guagliardi, Carlos Bevilacqua, Daisy Xavier, Estela Sokol, Felipe Cohen, Gonçalo Ivo, Gustavo Speridião, Ivens Machado e Otavio Schipper. Serão apresentadas obras em diferentes materiais, técnicas e suportes, como acrílico, ferro, aço inox, madeira, vidro, mármore, entre outros. Anita Schwartz Galeria de Arte, Rua José Roberto Macedo Soares, 30, Gávea (2274-3873). 2ª a 6ª, das 10h às 20h; sáb., das 12h às 18h. Grátis. Até 7 de janeiro.

ESPAÇO DE ARTE URBANA - A manifestação artística que usa o espaço urbano como suporte tem sido levada para as galerias e museus do mundo todo por uma nova geração de artistas. A tendência chega à Blooks Livraria com a exposição de trabalhos de dez jovens talentos da street art, como Ruan D´Ornellas e Mariana Moyses. Blooks Livraria,  Praia de Botafogo 316, Botafogo (2559-8776). 2ª a dom, 12h30 às 22h (nos sábados até meia-noite). Permanente.

FLOREANDO - Os fotógrafos Ana Rodrigues e Daniel Chiacos apresentam imagens das mais variadas flores no mezanino do Espaço Sesc, em Copacabana, de registros feitos na Bolívia, Califórnia, Espanha, Paris, Peru, São Paulo e Rio. Curadoria de Cláudia Tavares. Espaço Sesc, Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana (2547-0156). 2ª a 6ª, das 12h às 20h. Até 18 de dezembro.

FRANZ WEISSMANN [1911-2005] - [1911-2005] - A mostra conta com 76 obras emblemáticas do grande escultor, um dos expoentes do Neoconcretismo, e que ocupa um lugar de destaque na arte brasileira. As obras, selecionadas pelo curador Max Perlingeiro, darão ao público a possibilidade de acompanhar o pensamento desse artista fundamental e capaz de operar mudanças nos conceitos existentes até então no país. Pinakotheke Cultural, Rua São Clemente 300, Botafogo. 2ª a 6ª, das 10h as 18h. Sáb., das 10h às 16h. Grátis. Até 3 de dezembro. 

GABRIEL CENTURION: GRAFITE NA CAVERNA DE BITS - Semionauta navegando num mar de dados sem início nem fim, Gabriel Centurion coleta signos e processos de formação de imagens relacionados às técnicas do  grafite. Na individual, o artista paulistano coloca uma inflexão oriental à street art. Nos trabalhos, que têm uma estética entre as gravuras japonesas e a colagem videográfica, utiliza personagens como os Transformers, coelhinhos e o ursinho Pooh. Galeria Artur Fidalgo, Rua Siqueira Campos, 143, lojas 147 e 150, Copacabana (2549-6278). 2ª a 6ª, das 10h às 19h; sáb., das 10h às 14h. Grátis. Até 26 de novembro.

HAROLDO COSTA - SAMBA & OUTRAS COISAS - O jornalista, historiador, escritor, compositor, ator, produtor e diretor, além de comentarista dos desfiles de Escolas de Samba, vem há mais de 60 anos despertando o interesse, a admiração e o reconhecimento da crítica e do público. A mostra é composta por uma exposição de fotografias, algumas inéditas, como as da turnê Brasiliana, da década de 50 e a primeira apresentação de "Orfeu da Conceição" no Teatro Municipal. Teatro Sesi, Av. Graça Aranha, 1, Centro (2563-4012). 3ª a sáb., das 11h às 21h. Grátis. Até 9 de dezembro.

IMAGENS E AQUARELAS / SÉRGIO GUERINI - O pintor,aquarelista e artista plástico Sérgio Guerini abre apresenta cerca de 20 imagens – entre fotografias e aquarelas, sendo que algumas delas foram expostas em Abrantes, Portugal, em outubro de 2010. Autodidata, Sérgio Guerini começou a dedicar-se à pintura em 1980, por meio de intervenções que fazia com aquarela e nanquim em fotos pretoebranco tiradas de muros e de paredes de favelas. As aquarelas nasceram após a experiência de ampliar fotos de construções barrocas e de paisagens da cidade de Tiradentes (MG), posteriormente fotocopiadas em papel de aquarela. Baukurs Cultural, Rua Goethe, 15, Botafogo (2246-6242). Grátis. Até 19 de fevereiro.

INFINITOS ESCONDIDOS - Na mostra, a artista plástica Gisela Milman discute questões referentes ao universo feminino, um dos pilares de seu trabalho, por meio de séries de fotos, vídeos e de uma vídeoinstalação onde se utiliza figuras de contos de fadas. Solar de Botafogo, Rua General Polidoro, 180, Botafogo (2543-5411). 2ª a 6ª, das 18h às 22h; sáb. e dom., das 15h às 20h. Grátis. Até 4 de dezembro. 

INSULARES E MARGINAIS / LUIZA BALDAN - Na mostra o público confere fotos produzidas durante o projeto de residência da artista na Península da Barra da Tijuca. A artista vai expor cinco imagens da série Insulares, com tamanhos entre 100 x 100 cm e 110 x 140 cm, e dezesseis da série Marginais, com 55 x 70 cm cada. Galeria de Arte Mercedes Viegas, Rua João Borges, 86, Gávea (2294-4305). 2ª a 6ª, das 12h às 20h; sáb., das 16h às 20h. Grátis. Até 10 de dezembro. 

JORGE FONSECA - Nesta exposição, o artista apresenta um pouco de cada uma das técnicas que desenvolveu em quinze anos de carreira nas artes plásticas com 17 trabalhos inéditos, datados de 2011, entre pintura, escultura, objeto e peças cinéticas. O olhar e o fazer de Jorge Fonseca são influenciados pela cultura popular e por processos artesanais. Graphos:Brasil, Rua Siqueira Campos, 143, sobreloja 1, Copacabana (2256-3268). 2ª a 6ª, das 11h às 19h. Grátis. Até 17 de dezembro.

LOS VIVOS / ALVARO RIVEROS - A obra fotográfica de Alvaro Riveros ressalta aspectos que apontam para uma realidade viva de exclusão. Não são apenas condições que ela institui, como possíveis, mas, por meio deste ressaltar, ela encarna a condição efetiva que a exclusão expressa. Com este encarnar, as almas tornam-se "vivos": não mera abstração que no porvir se torna indestrutível, mas um acontecimento material que carrega uma ideia datada e localizada em um momento histórico-social, ao mesmo tempo resumido e totalizado no ícone fotográfico. Tempo Glauber, Rua Sorocaba, 190, Botafogo. Diariamente, às 18h. Grátis. Até 4 de dezembro. 

MARIA KLABIN - A artista inaugura mais uma exposição na galeria. Maria Klabin nasceu no Rio de Janeiro (RJ), em 1978, e recebeu o Prêmio Susan May Green Award for Painting em 1999. Concluiu mestrado na Central Saint Martin, em Londres, na Inglaterra, em 2002. Realizou exposição individual na Galeria Silvia Cintra, Rio de Janeiro, 2005. Entre as exposições coletivas de que participou, destacam-se Arquivo Geral, no Jardim Botânico, Rio de Janeiro, 2004; Transit, no Centro Cultural Recoleta, Buenos Aires, 2004; e Além da Imagem, no Centro Cultural Telemar, Rio de Janeiro, 2005. Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Galeria Silvia Cintra + Box4, Rua das Acácias, 104, Gávea (2521-0426). 2ª a 6ª, das 10h às 19h; sáb., das 12h às 18h. Grátis. Até 23 de dezembro. 

MÁSCARAS - A exposição apresenta um pouco do universo das Folias de Reis por meio das máscaras, utilizadas pelos palhaços das folias durante as peregrinações às casas dos devotos. O material apresentado faz parte do acervo do INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural), do Museu de Folclore Edison Carneiro, da Prefeitura de Miracema e também do acervo particular de alguns colecionadores e palhaços de diversos grupos de Folias de Reis do estado do Rio de Janeiro. Os palhaços - integrantes de grupos de Folia de Reis juntamente com o mestre,  o contra-mestre,  o bandeireiro e  o músico  - utilizam máscaras, elementos marcantes que os caracterizam e personificam, produzidas com diversos tipos de materiais, formas e estilos e que se destacam também pelas cores vibrantes e alegres. Galeria Cândido Portinari, Rua São Francisco Xavier, 524, Maracanã (2334-0728). 2ª a 6ª, das 9h às 20h. Grátis. Até 9 de dezembro. 

MEU JARDIM / JOÃO BOSCO - A série traz imagens fotográficas trabalhadas digitalmente em grandes dimensões, impressas em lona e com grande impacto visual. A exposição parte de ações possessivas e cotidianas para fundar um universo coletivo: gerar, cuidar, entender a vida como um processo, o mundo como um inquietante jardim. Metáfora exemplar do processo de criação artística, essa série de João Bosco traz ao público uma importante contribuição para o pensamento e a ação visual contemporânea no Brasil. Galeria Anna Maria Niemeyer, Praça Santos Dumont, 140 A, Baixo Gávea (2540-8155). 3ª a 6ª, das 12h às 21h; sáb. e dom., das 14h às 18h. Fechada nos feriados. Grátis. Até 23 de dezembro. 

MIKVOT / MARIAN STAROSTA - A exposição é resultado do projeto Mikvot - Águas da Vida na Tradição Judaica - que Marian registrou em diversas cidades do Brasil. Midrash Centro Cultural, Rua General Venâncio Flores, 184, Leblon (2239-1800). Dom. a 5ª, das 14h às 22h. Grátis. Até 30 de janeiro.

OBRAS VELADAS / MARCO BRAVO - A produção cerca as possibilidades da figura humana de uma forma enigmática e compõe um lúdico universo de imagens entre símbolos, retratos, nus femininos e pintura de figuras dramáticas. O título nos remete à "velatura", técnica usada por antigos mestres do ofício, que cobria a pintura com camadas transparentes de tinta para dar maior profundidade, porém, para o artista, pode também representar as diversas camadas do intrincado pensamento humano. Espaço Cultural do Banco Central no Rio de Janeiro, Av. Presidente Vargas, 730, Subsolo, Centro (2189-5327). 2ª a 6ª, das 9h às 16h30. Grátis. Até 25 de novembro. 

OUTRO LADO / LUIZ ALPHONSUS - Alphonsus lançará pela editora Record seu livro de contos “Feras selvagens correm por entre as estrelas”, sua primeira incursão pelo mundo da literatura. Um livro que mistura memória e ficção, tendo como pano de fundo o Rio de Janeiro e as distantes galáxias, temas constantemente retratados em sua produção artística. Além deste livro de contos, Luiz Alphonsus lançará também a publicação independente “Máquina de voar” , um livro de arte sobre sua longa caminhada como artista. Como o lançamentos dos livros será em uma galeria de arte, também haverá uma exposição de curta duração chamada “Outro Lado”, com a curadoria de Ophelia Patrício Arrabal. “Outro Lado” é uma mostra de trabalhos inéditos ou que não possuem, diretamente, conexão com uma ideia linear da arte contemporânea. Galeria Anna Maria Niemeyer, Shopping da Gávea, Rua Marquês de São Vicente, 52/ 205, Gávea (2239-9144). Grátis. Até 4 de dezembro. 

A POESIA COMO FORMA DE RESPIRAR - O poeta e romancista Walmir Ayala é o homenageado da exposição. No baú de lembranças em homenagem ao escritor brasileiro, morto há 20 anos, estão fotografias, cartas, textos inéditos, edições raras, documentos, autógrafos, além de retratos do autor feitos por Carlos Scliar e outros. Biblioteca Popular de Botafogo, Rua Farani, 53, Botafogo (3235–3799). 2ª a 6ª, das 9h às 17h; sáb., das 10h às 16h. Grátis. Até 29 de dezembro. 

REGINA CABRAL DE MELLO - A designer e artista plástica carioca expõe 20 fotografias de cenas e detalhes do cotidiano que normalmente passariam despercebidos. Showroom Hetty Goldberg, Av. Ataulfo de Paiva, 135, sala 410, Leblon. Grátis. Até 2 de dezembro.  

ROUGE - Serão 20 telas de óleo sobre tela, nas quais Albino, com traço singular e domínio das cores, das sombras e da distorção poética das proporções naturais das coisas, pinta mulheres de vestes justas e curtíssimas, quase véus sobre corpos volumosos, que inspiram histórias universais de paixão e solidão, romantismo e sedução, e a melancolia de quem, com saudade espera, o amor que só parece existir nos sonhos. H.Rocha Galeria de Arte, Shopping Cassino Atlântico, 1417, loja 333, Av. Copacabana, Copacabana (2227-1179). 3ª a sáb., das 14h às 19h. Grátis. Até 14 de janeiro.

RIO SÃO FRANCISCO, UM RIO BRASILEIRO - O prestigiado estilista Ronaldo Fraga, mineiro que sempre teve contato com o São Francisco, voltou a percorrer o rio a bordo do último barco a vapor em atividade no mundo, o Benjamim Guimarães, e mostra sua relação com o tema nesta exposição que inclui vídeos, música, lendas, poesia e artes visuais. Os ambientes reúnem um videodocumentário sobre cidades alagadas para a construção de hidrelétricas, gravado e dirigido pelo ator Wagner Moura; instalação com vestidos e a voz de Maria Bethânia declamando poema de Drummond; e coleção do estilista, entre outras atrações. Palácio Gustavo Capanema, Rua da Imprensa 16, Centro. 2ª a sáb., das 9h às 18h. Grátis. Até 10 de fevereiro.

RUBENS IANELLI - O pintor, desenhista e escultor paulistano apresenta 12 trabalhos. Uma nova produção inspirada em estudos e guaches geométricos criados na década de 70.  Rubens Ianelli é traduzido como uma simbiose de idéias construtivistas, em que a cor e a forma agem juntas para definir o seu fascínio por uma paisagem imaginária e por símbolos. O resultado é uma exposição formada por quadros e esculturas com releituras desses desenhos geométricos que Rubens criou na década de 70. As esculturas são fiéis aos geométricos das telas, transferindo as formas das telas para as esculturas e vice versa. Espaço Eliana Benchimol, Cassino Atlântico, 2º andar, Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 1417 - Copacabana (2513-3307). 2ª a 6ª, das 10h às 19h; sáb., das 13h às 19h. Grátis. Até 9 de dezembro. 

RUTH DE SOUZA: A SACERDOTISA DA DRAMATURGIA - Esta mostra apresenta uma retrospectiva da vida e da carreira da grande dama do teatro brasileiro, com fotografias, pinturas e objetos pessoais. Dois vídeos sobre a atriz são exibidos, 20 fotografias de diversos momentos de sua carreira, seis vestidos, duas caricaturas e capas de revistas, um cartaz do filme “Sinhá Moça” e 22 objetos entre troféus e homenagens. Salão Guarani do Teatro Municipal Carlos Gomes, Rua Pedro I, 4 Praça Tiradentes, Centro (2215-0556). 3ª a dom.m das 14h às 18h. Grátis. Até 18 de dezembro.

O SOM DO DESENHO / ALEXANDRE RAPOPORT - A simbiose única entre a música e a pintura pode ser conferida na arte do artista plástico Alexandre Rapoport na exposição com 80 desenhos, 9 quadros a óleo e 22 gravuras de baixa tiragem, fruto de um intenso trabalho ao longo do ano de 1997 e que só agora serão expostos, numa mostra inédita. Divididas entre tinta acrílica e técnica mista (mistura de tinta nanquim, tinta acrílica, vernizes e ceras), as obras retratam músicos de uma orquestra sinfônica, construídos a partir de corpos esféricos e rostos tridimensionais, que garantem movimento aos quadros. TNT Escritório de Arte, Itanhangá Center, Estrada da Barra da Tijuca, 1.636, Loja A1, Bloco B, Itanhangá (2495-5756). Das 10h às 19h. Grátis. Até 19 de novembro. 

SONIA ANDRADE – RESTROSPECTIVA 1973-1994 - A mostra apresenta um recorte temporal de sua trajetória com a apresentação simultânea e inédita de trabalhos realizados nestas duas décadas, através dos quais se pode vislumbrar a construção da poética da artista. Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, Rua Luís de Camões, 68, Centro (2232-2213 / 2232-4213). 2ª a 6ª, das 11h às 18h; sáb., dom. e feriados, das 11h às 17h. Visitadas monitoradas: de 3ª. a 6ª  durante todo o período da exposição. Grátis. Até 27 de novembro. 

#SUB ROCKS - POR UM MUNDO MELHOR - O Submarino promove a exposição com as telas grafitadas por Tinho e pelo grupo de grafiteiros Flesh Beck Crew, comandado por Toz, durante o Rock in Rio. Com curadoria de Ricardo Kimaid Junior, são ao todo sete telas de 1,83 cm x 1,83 cm, estilizadas com temas marinhos e musicais. As telas estão sendo leiloadas no site do submarino em prol do projeto social do Rock in Rio, “Por um Mundo Melhor” www.submarino.com.br/portal/leilaovirtual. Galeria Movimento Arte Contemporânea, Shopping Cassino Atlântico, Av. Atlântica, 4.240, Loja 212, Copacabana. 3ª a 6ª, das 11h às 19h; sáb., das 12h às 18h. Grátis. Até 19 de novembro.

TEMPO FUTURO / FUTURO DO TEMPO - Coletiva de onze artistas (Luiza Baldan, Joana Traub Csekö, Ana Angélica Costa, Claudia Hersz, Claudia Tavares, Eduardo Delfim, Keyla Sobral, Rebeca Rasel, Renata Ursaia, Tom Lisboa e Patricia Gouvêa) apresenta trabalhos em vídeo, fotografia e web art. Uma das novidades é uma obra em papel da artista paraense Keyla Sobral, com uma série de desenhos com nanquim. Ateliê da Imagem, Av. Pasteur, 453, Urca (2541-3314). 2ª a 6ª, das 10h às 21h; sáb, das 10h às 17h. Grátis. Até 10 dezembro.

VIAGENS ITALIANA - DA IDADE MÉDIA AOS NOSSOS DIAS -  Como parte das comemorações do Momento Itália/Brasil, a exposição, com curadoria das pesquisadoras Claudia Heynemann e Renata William Santos do Vale, reúne documentos do acervo do Arquivo Nacional e do Arquivo do Estado de Roma, com originais de livros, obras raras, manuscritos, gravuras, litografias, fotografias, cartografia, filmes e gravações em torno da cultura e história italianas e sua relação com o Brasil em diferentes instâncias e épocas. Um dos destaques é o conjunto de quatro Livros de Horas, do final do século XV, escritos em latim, flamengo e alemão gótico. Arquivo Nacional,Praça da República, 173, Centro (2179-1273). 2ª a 6ª, das 8h30 às 18h. Grátis. Até 10 de fevereiro.