ECONOMIA
IPC-S recua 0,39% na segunda quadrissemana de agosto
Por ECONOMIA JB
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Publicado em 17/08/2026 às 07:30
Alterado em 17/08/2026 às 08:38
Habitação passou de alta de 0,41% para queda de 1,29% Agência Brasil
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pela Fundação Getulio Vargas, recuou 0,39% na segunda quadrissemana de agosto. Na leitura anterior, o indicador havia caído 0,05%. Com o resultado mais recente, o índice acumula alta de 3,91% nos últimos 12 meses.
Habitação, educação e comunicação aliviam a pressão
Entre os oito grupos que compõem o IPC-S, três tiveram melhora na comparação com a quadrissemana anterior. Habitação passou de alta de 0,41% para queda de 1,29%, enquanto Educação, Leitura e Recreação saiu de 0,50% para -0,13%. Comunicação também ajudou no alívio, com variação de 0,05% para -0,80%.
Na outra ponta, houve avanço em Despesas Diversas, Saúde e Cuidados Pessoais, Transportes, Vestuário e Alimentação. Mesmo com algumas quedas, esses segmentos apresentaram movimentos que mostraram menor desaceleração ou perda de força no alívio dos preços.
Itens que mais puxaram o índice para baixo
As maiores influências negativas vieram da tarifa de eletricidade residencial, do tomate, da batata-inglesa, da gasolina e da passagem aérea. Esses itens tiveram peso relevante na composição do resultado e ajudaram a empurrar o índice para baixo na semana.
Pressões vieram de cigarros, saúde e leite
Entre as principais altas que limitaram uma queda maior do IPC-S estiveram cigarros, plano e seguro de saúde, mamão papaya, leite tipo longa vida e seguro facultativo para veículo. A lista mostra que, apesar do recuo no índice geral, alguns grupos e produtos seguiram pressionados e mantiveram a inflação semanal em terreno ainda relevante.