A chegada de Carlo Ancelotti à Seleção Brasileira vem chamando a atenção por diversos motivos, e um deles é o salário. O técnico italiano vai receber 10 milhões de euros por ano da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o equivalente a cerca de R$ 63,21 milhões na cotação atual. Dividido pelos 12 meses, o vencimento mensal chega a aproximadamente R$ 5,3 milhões.
O contrato de Carlo impressiona até para padrões de futebol de alto nível. No entanto, o valor é próximo ao que Ancelotti recebia no Real Madrid, seu último clube antes de aceitar o desafio de comandar o Brasil.
Bônus milionário se vier o título
Além do salário fixo, o acordo prevê um bônus de 5 milhões de euros, cerca de R$ 31,61 milhões, caso Ancelotti conquiste a Copa do Mundo de 2026 com a seleção. O incentivo financeiro reforça que a expectativa da CBF vai além de uma gestão de transição.
O contrato foi assinado até o fim da Copa do Mundo de 2026. O técnico começa a trabalhar pela confederação no dia 26 de maio.
Ednaldo Rogrigues, presidente da CBF, diz estar otimista com o técnico italiano no comando da Seleção Brasileira. Para ele, Ancelotti é uma declaração da CBF ao mundo de que os brasileiros querem retomar o protagonismo no cenário futebolístico mundial.
Primeiros passos no comando
Antes de assumir oficialmente, Ancelotti se reunirá com Rodrigo Caetano, coordenador-geral das Seleções Masculinas, e com Juan, coordenador técnico, para definir a lista de convocados para a próxima Data Fifa.
Os primeiros jogos sob o comando do italiano serão pelas eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2026. No dia 5 de junho, o Brasil enfrenta o Equador, atual vice-líder da tabela com 23 pontos. Já no dia 10 de junho, às 21h45, a seleção recebe o Paraguai na Neo Química Arena.
O Brasil ocupa atualmente o quarto lugar na classificação das eliminatórias, com 21 pontos, o mesmo do Paraguai, que está em quinto.





