Rio - Um carro da PM foi atacado com um coquetel molotov na Rocinha na madrugada deste sábado (15). Segundo informações da polícia, o veículo - usado para fazer patrulhamento a pé - não chegou a pegar fogo e estava vazio no momento do ataque. A violência aconteceu dois dias depois do assassinato do PM Diego Bruno Barbosa Henriques. O policial morreu baleado no rosto, durante patrulhamento a pé em uma viela da região.
O artefato teria lançado na viatura por um grupo que participava de uma festa na favela. Conforme explicação da coordenação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), o ato foi uma represália à abordagem que os PMs haviam feito momentos antes a um dos participantes da festa. Um suspeito foi levado à delegacia para a verificação de possíveis pendências criminais, o que deixou revoltados os participantes da festa. O incidente não teve nenhuma ligação com a morte do soldado da PM.