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RIO DE JANEIRO - A Polícia Civil do Rio de Janeiro descobriu nessa sexta-feira que Geraldo Magela, sócio da funerária Rio Pax, investigada pelo falso enterro do norte-americano Osama El Atari, esteve envolvido num caso de grande repercussão há 11 anos. O americano, que está preso nos Estados Unidos, forjou a própria morte para escapar do FBI. As informações são do RJ TV de sexta-feira à noite.
Em 1999, o enfermeiro Edson Isidoro Guimarães, que ficou conhecido como o "anjo da morte", foi acusado de assassinar com injeções de veneno pessoas internadas no Hospital Salgado Filho, no Méier, subúrbio. Na época, Edson, que cumpre pena em Bangu 8, disse que recebia propina de funerárias para dar informações sobre a morte de pacientes. Geraldo Magela era o dono de uma das funerárias envolvidas no esquema. Na época, a polícia não conseguiu provas contra ele.