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RIO - Um dia após a ALERJ (Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) realizar uma audiência pública para avaliar o impacto do início da cobrança de pedágio na BR 101, a estrada não suportou a chuva, o asfalto cedeu e milhares de motoristas têm sido obrigados a trafegar pela Via Lagos. O fato que chama a atenção é que as duas estradas são pedagiadas pela mesma companhia, a CCR.
- O que podemos comprovar com este incidente é que a BR 101 ainda não está em boas condições de tráfego que justifiquem o início da cobrança do pedágio - destaca Glauco Lopes (PSDB), presidente da Comissão Especial para avaliar o processo de concessão da BR 101.
Em novembro de 2005 Lopes recolheu assinaturas no manifesto "Redução Já", em apoio ao seu projeto de lei que defendia a redução temporária do valor do pedágio na via, único acesso à Região dos Lagos após a queda da ponte na BR-101 no município de Silva Jardim.
Na época, além de aumentar o percurso em 34 km , o desvio da rota tradicional doía no bolso dos motoristas que tinham a Via Lagos como única alternativa. Em 2005 o pedágio para carros de passeio custava R$ 7, de segunda a sexta-feira, e R$ 10,70, aos sábados, domingos e feriados.
Novamente uma forte chuva também foi a causa da interdição da principal estrada do Estado, desta vez em Casimiro de Abreu. Desta vez os motoristas terão que desembolsar R$ 8,90 de segunda a sexta-feira, e R$ 13,60 aos sábados, domingos e feriados para transitar na Via Lagos.