"Especulações apontam que deputado pode estar agindo em nome de Eduardo Cunha", diz 'The Guardian'

Medida aconteceu dois dias antes da votação final sobre o processo que afastaria a presidente

O jornal britânico The Guardian destacou em seu site nesta segunda-feira (9), a notícia sobre a decisão do deputado  Waldir Maranhão, em anular a votação dos deputados ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, alegando falhas processuais na sessão anterior.

Segundo a reportagem, Maranhão não é a favor do governo, e segundo especulações, ele pode estar agindo em nome de seu antecessor, Eduardo Cunha, que foi afastado do cargo pelo Supremo Tribunal, por interferir em uma investigação de corrupção.

Guardian comenta que esta decisão aumenta o clima de incertezas da política do Brasil.  Em um comunicado à imprensa, Maranhao disse que o processo de impeachment deveria ser devolvido pelo senado de modo que a Câmara possa votar novamente.

Para finalizar, o jornal conta que Dilma foi a TV dar a notícia de forma bem cautelosa. 

"Não é oficial. Eu não sei as conseqüências. Nós devemos ser cautelosos ", disse ela.

Para ler na íntegra, clique aqui:

https://www.theguardian.com/world/2016/may/09/brazil-dilma-rousseff-impeachment-vote-annulled

Leia Também a repercussão da decisão do deputado Waldir Maranhão nestes veículos internacionais:

> The New York Times

> The Wall Street Journal

> Le Monde

> El País

> Les Echos

> Le Figaro

> BBC UK