A sessão de análise dos vetos presidenciais, marcada para às 11h30 desta quarta-feira (7), já possui quórum suficiente entre deputados e senadores para que possa ser iniciada.
Mas, de acordo com parlamentares que estão presente no plenário do Congresso, há um temor do governo de que possa haver algum tipo de boicote, sobretudo da parte de deputados que integram a base aliada, que não foram contemplados na reforma ministerial e reivindicam agora cargos de segundo e terceiro escalão.
A crise se agrava com o rompimento, na noite desta terça-feira (6), do maior bloco parlamentar da base aliada. As legendas PP, PTB, PSC e PHS deixaram o chamado "blocão" que vinha sendo comandado pelo deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ).
O PEN, que conta com dois deputados, pode ser o único a continuar com o PMDB.
Com o fim do bloco parlamentar, Picciani passa a liderar apenas os 66 deputados de seu partido, além do PEN. Antes, 149 deputados estavam sob o seu comando.