Presidente do PT diz que denúncias de Valério são mentiras envelhecidas

Em nota à imprensa, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, faz a defesa veemente do Partido e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre as denúncias do empresário Marcos Valério, publicadas nesta terça-feira pelo jornal Estado de São Paulo. Falcão critica a divulgação das denúncias pela imprensa, alegando que deveriam ser tratadas com cautela.

"A Direção Nacional do PT lamenta o espaço dado pela imprensa para as supostas denúncias assacadas pelo empresário Marcos Valério contra o partido e contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Caso essas declarações efetivamente tenham sito feitas em uma tentativa de delação premiada, deveriam ser tratadas com a cautela que se exige nesse tipo de caso. Infelizmente, isso não aconteceu", diz a nota.

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"As supostas afirmações desse senhor ao Ministério Público Federal, vazadas de modo inexplicável por quem teria a responsabilidade legal de resguardá-las, refletem apenas uma tentativa desesperada de tentar diminuir a pena de prisão que Valério recebeu do STF", acrescenta. 

Ainda de acordo com a nota divulgada por Rui Falcão, "trata-se de uma sucessão de mentiras envelhecidas, todas elas já claramente desmentidas. É lamentável que denúncias sem nenhuma base na realidade sejam tratadas com seriedade. Valério ataca pessoas honradas e cria situações que nunca existiram, pondo-se a serviço do processo de criminalização movido por setores da mídia e do Ministério Público contra o PT e seus dirigentes".

"Prestes a completar 10 anos à frente do Governo Federal, período em que o Brasil viveu um processo de desenvolvimento histórico e em que as classes populares passaram pela primeira vez a ter protagonismo no nosso país,  o PT é alvo constante de setores da sociedade que perderam privilégios", prossegue.

Segundo Falcão, a campanha difamatória que o partido está sofrendo nos últimos meses não impediu a vitória nas eleições de outubro e nem conseguirá "manchar o trabalho que nosso partido tem realizado em defesa do país, da democracia e, principalmente, da população mais pobre".