Tensão entre Exército, grevistas e familiares gera confusão na Bahia

A Assembleia Legislativa da Bahia permanece cercada por homens do Exército, Força Nacional, Polícia Federal Companhias Independentes de Policiamento Especializado da Polícia Militar. As ruas de acesso ao Centro Administrativo da Bahia (CAB) estão interditadas. Já foram registrados confrontos entre os PMs que estavam fora da Assembleia Legislativa e tentavam acessar a área ocupada pelos grevistas acampados e o Batalhão de Choque do Exército.

O grupo percorria a lateral da Assembleia, na tentativa de furar o cerco do Exército, mas foi impedido por um cordão humano formado por homens do Batalhão de Choque do Exército. Houve disparos de balas de borracha e gás de pimenta nos manifestantes, que continuavam a gritar palavras de ordem e dizem que vão cansar os militares.

O efetivo do Exército é de 600 homens. A PM também conta com 250 homens, entre 45 da Companhia de Operações Especiais (COE), integrantes da Caatinga e Esquadrão Águia, de acordo com o coronel Gilson Santiago, diretor adjunto de comunicação da PM.

O efetivo que participa da ação de desocupação colocou lonas e grades ao redor da Assembleia. A todo momento, chegam mais veículos com militares do Exército e Força Nacional. Não há informações de como será a desocupação da AL.