Professores consideram 2º dia da Unicamp 'médio'

Os professores do COC e do Cursinho da Poli avaliaram a prova do segundo dia da segunda fase do vestibular da Unicamp como de dificuldade média. "Foi bastante tranquila", diz Osvaldo Govone. Nesta segunda-feira, os estudantes responderam questões de ciências humanas e artes (18 questões) e língua inglesa (6).

Elias Feitosa, professor de história do Cursinho da Poli, a prova de história foi mais fácil que a do ano passado, sendo objetiva e direta, com textos curtos. "Um candidato bem informado teria condição tranquila de responder à prova", diz Feitosa. Ele diz ter sentido falta questões sobre a Antiguidade, que não foi abordada na prova. Um erro em um dos enunciados, informado pela Unicamp após o término da prova, não prejudicou os estudantes, segundo o professor.

André Guibur, de geografia do Cursinho da Poli, também achou que a prova não foi difícil, mas sim "média". Guibur afirma que as questões foram tradicionais e cobraram muitos conceitos da disciplina, como o significado de desertificação e de bacia hidrográfica. O professor disse que neste ano faltaram questões sobre geopolítica atual, como a situação do mundo árabe e Oriente Médio.

A prova de inglês também teve uma dificuldade mediana, segundo Lúcia Helena Martins de Souza, da Poli. Uma questão, que pedia termos técnicos de química, foi considerada difícil pela professora, mas ela considerou a prova "bastante inteligente e criativa, cobrando conhecimentos interdisciplinares".