SP: 3 mil trabalham para reduzir impacto da chuva

Portal Terra

SÃO PAULO - Mais de 3 mil homens da prefeitura de São Paulo trabalharam desde a madrugada desta quinta-feira para tentar minimizar os efeitos da forte chuva que atingiu a cidade nesta madrugada e que deixou seis mortos e três desaparecidos.

Segundo a prefeitura, as equipes da Defesa Civil, das subprefeituras e da Coordenação das Subs e homens da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) estão nas ruas para atenuar os efeitos da chuva. O foco dos trabalhos é nas zonas sul e oeste, especialmente na região de Capela do Socorro, Cidade Ademar, Butantã e Grajaú.

As equipes da prefeitura interditaram dez casas em Parelheiros. No Butantã, foram interditadas três casas e, na Lapa, foram outras três. Engenheiros das subprefeituras também trabalham em deslizamentos nas regiões de Capela Socorro, Freguesia do Ó, Brasilândia, Ipiranga, M'Boi Mirim, São Mateus e Vila Prudente.

Até as 7h de hoje, choveu praticamente 24% do previsto para o mês de janeiro. Na média, a cidade recebeu 56,3 mm de chuvas, mas em algumas regiões este número foi maior. Os maiores índices pluviométricos registrados aconteceram na Vila Mariana, com 112 mm, e Consolação, com 101,3 mm, seguidos por Lapa (98 mm), Ipiranga (89,9 mm) e Pinheiros (79,7 mm).

Neste mês, já foram 316,9 mm de chuva, 33% acima da média histórica, de 239 mm. O recorde histórico do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) é de 1996, com 318,8 mm.

O CGE colocou quase toda a cidade em estado de atenção à 1h05. À 1h10, o Butantã entrou em estado de alerta, seguido por Campo Limpo à 1h30, Ipiranga às 2h45 e Aricanduva e Marginal Tietê às 4h10. Toda a Cidade deixou de estar em atenção e alerta às 10h50.