Agência Brasil
BRASÍLIA - Membros da CPI da Corrupção da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul foram nesta tarde até o Ministério Público Federal, em Porto Alegre (RS), para conversar com os procuradores da força-tarefa que ajuizou a ação de improbidade contra a governadora Yeda Crusius (PSDB) e oito pessoas no mês de agosto. O grupo entregou um ofício aos procuradores no sentido de estabelecer um trabalho conjunto de colaboração e aproveitou para esclarecer algumas questões da ção.
- Essa é uma visita que temos feito para todas as instituições. É uma visita que tem caráter institucional, na qual viemos detalhar o requerimento que informa e propõe o trabalho da CPI e trocar algumas idéias com os procuradores - afirmou a presidente da CPI da Corrupção, Stela Farias (PT).
Ação de improbidade
Em agosto, os procuradores pediram o afastamento temporário dos agentes públicos de seus cargos enquanto durar o processo. Foi solicitada ainda a indisponibilidade dos bens em caráter liminar. O processo é resultante da Operação Rodin, que apura o desvio de verbas envolvendo o Detran-RS, a Universidade Federal de Santa Maria e fundações de apoio. Eles foram denunciados por enriquecimento ilícito e dano ao erário. A ação foi ajuizada na 3ª Vara federal de Santa Maria, município na região central do Estado.