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Apoio à permanência de Sarney divide bancada petista no Senado

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Luciana Lima , Agência Brasil

BRASÍLIA - Apesar da sinalização do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de apoio ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), a bancada do PT entra dividida, daqui a pouco, em uma reunião na qual o partido tentará definir uma posição sobre possível afastamento de Sarney do cargo. A reunião estava marcada para as 13h, mas o líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), pediu mais tempo para tentar convencer colegas de partido a não endossarem os pedidos de saída de Sarney. A reunião foi remarcada para as 19h dessa terça.

A líder do governo no Congresso, Ideli Salvati (SC), disse que é necessário não personalizar a crise do Senado na figura do presidente Sarney. É preciso fazer uma faxina de sábado aqui no Senado. O que está parecendo é que estão querendo achar um bode expiatório e deixar tudo como está", afirmou Ideli.

Para tirar uma posição de apoio a Sarney, os líderes precisam convencer pelo menos cinco dos 12 senadores do PT. O partido foi inclusive adversário de Sarney na disputa pela presidência da Casa, com a candidatura de Tião Viana (PT-AC). Tião encabeça o grupo petista que quer o afastamento de Sarney. Fazem parte desse grupo Eduardo Suplicy (SP), Marina Silva (AC), Paulo Paim (RS) e Flávio Arns (PR).

Sarney conta o apoio da bancada peemedebista, formada por 19 senadores. Destes, apenas Pedro Simon, do Rio Grande do Sul, e Jarbas Vasconcelos, de Pernambuco, deixaram de assinar a nota de apoio divulgada hoje pelo partido.a bancada do PT, entra dividida daqui a pouco em uma reunião para tentar uma decisão sobre possível afastamento de Sarney. A reunião estava marcada para as 13 horas, mas o líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP) pediu mais tempo para tentar convencer colegas de partido a não endossarem os pedidos de saída do peemedebista. A reunião foi remarcada para as 19 horas de hoje.

A líder do governo no Congresso, Ideli Salvati (SC), disse que é necessário não personalizar a crise do Senado na figura do presidente Sarney. É preciso fazer uma faxina de sábado aqui no Senado. O que está parecendo é que estão querendo achar um bode expiatório e deixar tudo como está.

Mas, para tirar uma posição de apoio a Sarney, os líderes precisam convencer pelo menos cinco dos 12 senadores do PT, partido que inclusive foi adversário de Sarney em sua eleição para a Presidência da Casa, com a candidatura de Tião Viana (PT-AC). Tião encabeça o grupo que quer o afastamento de Sarney. Junto a ele estão o Eduardo Suplicy (SP), Marina Silva (AC), Paulo Paim (RS) e Flávio Arns (PR).

Sarney tem apoio do próprio partido, com duas dissidências: Pedro Simon (PMDB-RS), primeiro a pedir o afastamento de Sarney, e Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE).