É inadmissível o que vem acontecendo nas portas das agências da Caixa Econômica Federal de todo o País, banco estatal presidido por Pedro Guimarães, o executivo com dicção Selton Mellosa. Com o Brasil "fechado para balanço", tendo de permanecer em casa para conter a pandemia de coronavírus, conforme o isolamento preconizado pela OMS, o que se tem visto é a calamidade da calamidade: multidões aglomeradas nas esquinas, sem nenhuma proteção, e nada de informação.
Nesta segunda, a Caixa, no Rio, teve a cara de pau de, nas portas de algumas agências, afixar avisos em cima da hora de que aqueles locais não seriam abertos "em virtude da pandemia de coronavírus". Ora, ora.
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Para receber a mixaria de R$ 600,00, chamada de "auxílio emergencial", a camada mais pobre da população tem dormido nas calçadas, a pão, água e frio, unica e exclusivamente porque o banco estatal não é competente para depositar um pixuleco nas contas bancárias da população.
Simples assim: se um banco não sabe depositar dinheiro em conta, que vire padaria ou lanchonete. Quem sabe lavanderia?