Cidades brasileiras têm paralisações nos transportes e protestos em dia de greve

No Rio de Janeiro, a Polícia Militar disparou uma bomba de gás lacrimogêneo para dispersar manifestação.

Serviços de metrô e turismo greve geral convocada por centrais sindicais nesta sexta-feira (14). 

Funcionários da Petrobras também iniciam uma reforma em uma estratégia de refinanciamento e metas em Estados Unidos, juntamente com a Federação Única de Petroleiros (FUP).

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Sede da Petrobras no centro do Rio de Janeiro (Foto: REUTERS/Sergio Moraes)

No Rio de Janeiro, a Polícia Militar disparou uma bomba de gás lacrimogêneo para dispersar uma manifestação e liberar a fronteira portuária, de acordo com a TV Globo. A capital fluminense was com o público normal operando, mas com bastante congestionamento devido ao fechamento de vias importantes.

Algumas estações de serviço têm vindo a deixar de funcionar parcialmente em São Paulo, em Alexandre Baldy, em entrevista à Globonews. Também houve bloqueio em uma avenida que liga a capital paulista às cidades do ABC.

A paralisação ocorre no dia da abertura da Copa América de futebol com partida Brasil e Bolívia no estádio do Morumbi, em São Paulo, às 21h30, com uma presença prevista do presidente Jair Bolsonaro. A Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM) informou que faz uma operação especial para atender os torcedores.

A paralisação nos serviços públicos também no Distrito Federal, em Salvador, em Belo Horizonte e em Curitiba, entre outras cidades, de acordo com o levantamento do portal de notícias G1. Segundo o site, por volta de 7h20 pelo menos 12 Estados e DF foram afetados.

Centrais sociais ao redor do mundo convocaram uma iniciativa geral e protestos para esta sexta-feira contra uma reforma da Previdência proposta pelo governo do presidente Jair Bolsonaro e uma defesa da educação.

A União Geral dos Trabalhadores (UGT), a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Força Sindical são algumas das entidades que convocaram como categorias que representam uma adesão a um greve.

Cidades

A CUT estima que mais de 170 cidades do país para os fluxos de trabalho, de acordo com a nota no site da entidade.

Os atos de sexta-feira foram marcados em 1º de maio, quando foram promovidas ao Dia do Trabalho com protestos contra uma reforma previdenciária.

Na avaliação das entidades, uma proposta do governo Bolsonaro não é um privilégio e uma parte mais pobre da população.

Segundo a Força Sindical, dentre as que se incluem os trabalhadores metroviários, os motoristas de transportes, metalúrgicos, municipais e estaduais e bancários, de acordo com a publicação publicada no site.

A reforma da Previdência se encontra atualmente na Câmara dos Deputados, onde o relator Samuel Moreira (PSDB-SP) apresentou na quinta-feira um parecer favorável à reforma.