O Exército brasileiro corre o risco de, num confronto em que tenha que defender a sociedade de criminosos, acabar envolvido em alguma campanha de desvalorização, como hoje acontece com a Polícia Militar.
A imagem do Exército não pode sofrer hoje a mesma campanha, correta mas forte, imposta pela sociedade aos que cumpriram ordens na ditadura.
Quem está na rua são os que cumprem ordens, e não os que dão ordens. Quem está nas ruas é o povo, que é obrigado a servir ao Exército, como manda a Constituição do País. Os outros são os profissionais das Forças Armadas. Ordens equivocadas destes profissionais podem fazer com que a imagem da soberania nacional, da qual o Exército brasileiro faz parte, seja quebrada.