Presidente do COI minimiza afastamento do Dilma antes das Olimpíadas

O presidente do Comitê Olímpico Internacional, Thomas Bach, se pronunciou sobre o afastamento de Dilma Rousseff do cargo da presidência da República a menos de três meses para o início das Olimpíadas no Brasil. Segundo o dirigente, o ocorrido tem menos influência agora do que teria em outras fases da preparação dos Jogos, já que faltam apenas alinhar algumas medidas operacionais.

“A preparação para os Jogos Olímpicos entrou agora em uma fase muito operacional e problemas como esse tem muito menos influência do que teria em outros estágios da organização das Olimpíadas. Temos visto um bom progresso sendo feito no Rio de Janeiro e nós reafirmamos a confiança no sucesso dos Jogos Olímpicos em agosto”, declarou Bach.

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Diante do temor internacional em relação ao zika vírus, do momento econômico desfavorável que o país vive e do afastamento da presidente eleita, o Brasil se depara com a aproximação do início dos Jogos Olímpicos em um contexto bastante tumultuado. No entanto, segundo Thomas Bach, a situação não impede que o Rio 2016 sejam Jogos memoráveis no bom sentido.

“O povo brasileiro irá entregar Jogos Olímpicos memoráveis, cheio de paixão pelo esporte pelo qual possuem renome mundial. Será um momento para o Brasil mostrar ao mundo sua determinação de superar a crise atual. Esses serão os Jogos do Brasil”, complementou o presidente do COI.