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Washington Post: General dos EUA alerta Pentágono sobre falta de forças para manter defesa a Israel

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Por JB INTERNACIONAL
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Publicado em 02/08/2026 às 19:36

Alterado em 02/08/2026 às 19:36

O alerta foi dado ao Pentágono pelo chefe do Comando Europeu dos EUA, Alexus Grynkewich, segundo informa um artigo do jornal Foto: AP Photo / Jon Gambrell

Segundo o Washington Post, o general americano de mais alta patente na Europa alertou o Pentágono, em caráter privado, que os Estados Unidos podem não ter forças navais suficientes para continuar protegendo Israel de mísseis balísticos. A avaliação ocorre em meio ao desgaste crescente provocado pela guerra contra o Irã.

De acordo com a publicação, a situação expõe limites concretos da presença militar norte-americana no Oriente Médio. O cenário preocupa porque, sem o envio de mais um navio de guerra, Washington pode ser obrigado a deslocar sua prioridade para a defesa do próprio território.

Marinha esgotada por operações simultâneas

O texto destaca que a Marinha dos EUA vem sendo pressionada por tarefas simultâneas, como o bloqueio aos portos iranianos após o fechamento do estreito de Ormuz e a manutenção de destróieres na Espanha para eventual envio ao Mediterrâneo. Ataques quase diários também estariam consumindo rapidamente os estoques de armas essenciais para a defesa.

Esse quadro amplia a preocupação sobre a capacidade americana de sustentar uma resposta prolongada. A leitura do jornal é de que o conflito em curso está impondo restrições sérias às Forças Armadas dos EUA, com impacto direto na prontidão operacional e na alocação de recursos militares.

Desgaste político e falta de estratégia

Além da pressão militar, o artigo aponta uma crescente desaprovação da opinião pública em relação à guerra no Irã. Também pesa a frustração com a ausência de uma estratégia clara do governo para conduzir o conflito, o que aumenta as críticas à Casa Branca e ao Pentágono.

Na prática, o alerta do general reforça a percepção de que Washington enfrenta dificuldades para equilibrar compromissos externos e segurança interna. O risco, segundo a apuração, é que a limitação de recursos obrigue os EUA a rever prioridades em um momento de forte tensão regional. (com informações da Sputnik Brasil)

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