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Coreia do Norte condena EUA; China quer libertação de Maduro

Críticas foram divulgadas após operação militar na Venezuela

Por JB INTERNACIONAL
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Publicado em 04/01/2026 às 13:05

Alterado em 04/01/2026 às 13:05

Líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un KCNA via Reuters

A China e a Coreia do Norte condenaram duramente os Estados Unidos, neste domingo (4), após sua operação militar contra a Venezuela culminar na captura do presidente Nicolás Maduro.

Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores da China pediu que os EUA "garantam a segurança pessoal" do líder venezuelano e de sua esposa" e exigiu que ambos sejam libertados imediatamente.
Pequim apelou para a administração de Donald Trump impedir a derrubada do governo na Venezuela e classificou a ação como uma "clara violação do direito internacional".

Logo após a operação em território venezuelano, o governo chinês já havia condenado a ação militar dos Estados Unidos, afirmando estar "profundamente chocado" com o uso da força por Washington contra um país soberano.

Para Pequim, a operação constitui uma afronta direta à soberania da Venezuela e ao princípio da não intervenção.

Além disso, a China, um dos principais parceiros políticos e econômicos da Venezuela, ainda destacou que o episódio evidencia um comportamento "hegemônico" que ameaça a paz e a segurança na região.

Paralelamente, a Coreia do Norte também condenou a captura de Maduro e a classificou como "grave violação de soberania".

O Ministério das Relações Exteriores norte-coreano afirmou que "condena veementemente a ação dos Estados Unidos em busca de hegemonia na Venezuela", e acrescentou que o incidente "confirma claramente a natureza desonesta e brutal" do governo Trump. (com Ansa)

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