Governo Bachelet tem maior taxa de desaprovação desde 1990

Mandatária tem 15% de aprovação dos chilenos; 66% a rejeitam

 A presidente do Chile, Michelle Bachelet, viu sua popularidade cair em mais uma pesquisa de opinião entre os eleitores. Segundo o Centro de Estudos Públicos (CEP), a mandatária conta com apenas 15% da aprovação dos eleitores e uma rejeição de 66% das pessoas.    

O número é o menor para um líder de governo desde a redemocratização no país, ocorrida em 1990, e representa uma queda de nove pontos percentuais desde a última pesquisa do CET, publicada em novembro do ano passado.    

A popularidade de Bachelet começou a despencar depois de um escândalo de corrupção envolver seu filho mais velho e sua nora.    

Mesmo não tendo ligação com os atos ilícitos, sua aprovação começou a apresentar índices ruins. Quando foi eleita, em 2013, ela conquistou a reeleição com 66% dos votos.    

Para tentar diminuir o estrago em seu governo, a líder do Chile propôs penas mais duras para crimes de corrupção e contra os órgãos públicos e fez uma grande troca de gabinete. E, apesar do "revés" na pesquisa, Bachelet afirmou que "vai seguir trabalhando para cumprir os compromissos que assumiu no momento da eleição".    

O CEP também questionou os chilenos sobre quem seria o melhor presidente para o país nas próximas eleições e o mais bem votado foi o ex-mandatário Sebastián Piñera, com 37% das intenções de voto. Quem também aparece com uma baixa rejeição para a disputa eleitoral é o ex-presidente Ricardo Lagos. 

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