As autoridades da Tunísia prenderam nesta quinta-feira (19) nove pessoas suspeitas de ligação com o atentado ocorrido ontem no museu do Bardo, na capital Túnis. O ataque matou mais de 20 visitantes, a maioria turistas estrangeiros. Dois homens abriram fogo contra o museu na quarta-feira, quando mais de 200 pessoas estavam no local, que fica na mesma região do Parlamento do país. Até o momento, foram confirmadas 23 mortes, mas ainda há desaparecidos e 48 feridos no hospital.
Os atiradores, identificados como Hatem Khachnaoui e Yassine Laâbidi, foram mortos pela polícia. De acordo com o Ministério do Interior, eles carregavam cinturões com explosivos e armas de grosso calibre. "Estamos em guerra", disse hoje o presidente da Tunísia, Beji Caid Essebsi, durante uma reunião do conselho superior das Forças Armadas.
O museu do Bardo reabrirá na próxima terça-feira, dia 24 de março.