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Rodman diz que voltará à Coreia e defende Kim Jong-Un: só quer ser amado

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Dennis Rodman está de viagem marcada para voltar à Coreia do Norte. É o que afirma o próprio ex-jogador de basquete, que esteve no país asiático em fevereiro e se tornou amigo do líder Kim Jong-Un. Desde então, a nação comunista aumentou o nível de tensão com a Coreia do Sul e se diz pronta para reiniciar a qualquer momento a guerra entre os dois países, que foi interrompida em 1953.

Em entrevista ao site americano Gossip Extra, Rodman afirmou que voltará à Coreia do Norte em 1º de agosto e que não tem planos do que fará lá, apenas que pretende "se divertir". Quando fez sua última visita à península coreana, o ex-atleta assistiu à exibição do Harlem Globetrotters com Kim Jong-Un em Pyongyang e depois jantou com o líder em seu palácio.

O ex-jogador da NBA deu suas declarações em evento beneficente em Miami. Rodman ainda defendeu Kim Jong-Un, dizendo que o governante "só quer ser amado". "Ele só quer se sentar e conversar. É isso", afirmou.

Rodman foi criticado em fevereiro pelo governo dos Estados Unidos por sua visita, que lembrou que a Coreia do Norte "viola diretamente as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas, e ameaçam a paz e a segurança internacional".

"Ao invés de gastar dinheiro em eventos esportivos com celebridades para entreter as elites desse país, o regime norte-coreano deveria se concentrar no bem-estar de seu próprio povo, que sofre com a fome e vive privado de seus direitos humanos", disse durante sua entrevista coletiva diária o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney.