Pelo menos 48 pessoas morreram na Guatemala, devido ao terremoto de 7,2 graus na escala Richter que atingiu parte do país. Há ainda 23 pessoas desaparecidas. Em memória das vítimas, o presidente guatemalteco, Otto Pérez Molina, decretou três dias de luto, depois de visitar as áreas afetadas pelos tremores. "A dor é generalizada em nossos corações", disse Molina.
O risco de novos abalos sísmicos ainda é presente nas regiões de San Marcos, Quetzaltenango, Sololá e Retalhuleu, que estão sob alerta vermelho. Cerca de 6,6 milhões de pessoas vivem nessas áreas. Pelas informações preliminares, 207 mil pessoas foram afetadas pelo terremoto. "Por enquanto, a situação está sob controle", disse o presidente da República.
O governo colocou em ação um plano de ajuda às vítimas, dando prioridade às buscas aos 23 desaparecidos, à garantia de assistência médica e alimentos às populações afetadas, preservando o abastecimento de energia e água.
O epicentro do terremoto ocorreu a 163 quilômetros de área próxima à Cidade da Guatemala, capital do país, destruindo casas e deslocando pessoas.