Débora Falabella: "Está mais difícil fazer arte porque o mundo está mais complicado"

Ela começará a encenar o espetáculo "Love, Love, Love", nesta sexta (21) no Rio

Débora Falabella começará a encenar o espetáculo “Love, Love, Love” nesta sexta-feira, 20, no Oi Futuro do Flamengo. Trata-se de um texto de Mike Bartlet que costura as mudanças políticas e sociais de 1967 a 2011. Na peça, Débora interpreta Sandra, uma mãe de família, na primeira geração, que se passa nos anos 1960, e Rose, a filha do casal desta mesma família, nas duas fases seguintes, nos anos 1990 e 2010. O espetáculo é uma produção da companhia de teatro Grupo 3 - do qual a atriz também é fundadora.

Já são 12 anos de trabalhos no teatro e essa é a quinta montagem com o grupo. O caminho até agora, Débora conta, não foi nada fácil. Empreender culturalmente num país afogado na recessão econômica é duro de roer. “Muita gente acha que fica mais fácil produzir cultura quando a companhia já tem 12 anos de história. Mas é impressionante parar e ver como o mundo nos afeta. Está muito mais difícil fazer arte porque o mundo está muito mais complicado. Aos trancos e barrancos a gente vai tentando fazer o que dá. Mas, hoje em dia, eu acho que nós estamos sendo mais reconhecidos como uma companhia. No começo, parecia que não acreditavam muito no nosso trabalho", confessa.

Enquanto mata um leão por dia no teatro no Flamengo, a gente aguarda ela voltar aos Estúdios Globos. Débora está escalada para "A Força do Querer". À coluna, ela revelou que será a vilã Irene, uma mulher manipuladora que tentará seduzir Eugênio (Dan Stulbach), que será casado com Joyce (Maria Fernanda Cândido). A previsão de estreia é para abril deste ano.

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