Globo interrompe objetificação da mulher em vinheta de carnaval

Em dado momento, a Globeleza agora surge até de porta-bandeira, toda tapada

O tempo realmente é o melhor remédio. Vejam só: finalmente, em 2017, a Globo acertou em cheio na vinheta da Globeleza.

Desta vez, nada de corpo-pintado e tapa-sexo, apenas fazendo uma objetificação do corpo da mulher na maior festa a céu aberto do mundo.

Agora, a dançarina e coreógrafa Erika Moura não está nua, mas sim vestida com roupas típicas. E, além do samba das escolas cariocas, ela dança o frevo, o maracatu e o axé, entre outros ritmos típicos do carnaval pelo Brasil.

Em dado momento, ela surge até de porta-bandeira, toda tapada.

A turma da internet a-mou. E a coluna também.