Com grande pesar e bastante surpresa, o Armazém da Utopia, na Zona Portuária carioca – lugar escolhido para receber a habitual feijoada de confraternização do Festival do Rio –, foi pouco a pouco recebendo a notícia sobre a morte de Hugo Carvana neste sábado (4/10). O ator e diretor havia sido homenageado apenas uma semana antes pelo evento, com uma exibição especial do clássico “Vai Trabalhar, Vagabundo”, o primeiro longa-metragem dirigido por ele em 1973, com música antológica composta por Chico Buarque. Ao lado de outras produções que dirigiu – como “Se Segura, Malandro!” (1978) e, “Bar Esperança” (1983) – e títulos sobre os quais flanou como ator, tipo “Os Cafajestes“ (1962) e “Antes, o Verão” (1968), Carvana foi responsável por imortalizar a imagem do carioca canastrão e boa praça que virou marca da Rio Maravilha, além ser praticamente o pioneiro, em uma fase do cinema pós-chanchada, a lançar mão da comédia ligeira com viés de comportamento que, de certa forma, hoje encontra eco no boom de produções comerciais que apostam no riso. (CONTINUE LENDO AQUI E CONFIRA AS FOTOS).