A última imagem de Nidhal Selmi, 23 anos, é de um homem com longas barbas e com armas de fogo nas mãos lutando ao lado dos terroristas do Estado Islâmico (EI, ex-Isis). Porém, antes de se aliar na jihad (guerra santa), ele era um dos destaques do Étoile Sportive du Sahel e da seleção tunisiana.
Morto nesta quinta-feira (16) enquanto lutava na Síria contra o Exército curdo, Selmi levava uma vida normal até a grande expansão do EI pelo território sírio e no Iraque.
Ele era ídolo tanto da equipe quanto no país, mas seguiu o exemplo de seu irmão mais velho, que abandonou sua família meses antes, para se unir aos terroristas na Síria.