"Abençoado", Oscar Pistorius fecha Jogos Paralímpicos no topo

Na noite deste sábado, Oscar Pistorius deu ao público o show que ele esperava. A promessa, feita alguns dias antes, foi cumprida pelo corredor sul-africano, que venceu os 400 m T44, sua principal prova, e fechou o evento de forma "abençoada": alcançou o auge na última prova disputada no Estádio Olímpico nos Jogos Paralímpicos de Londres.

"Fui abençoado com a última prova dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Londres 2012. Eu nunca consigo ouvir nada nas provas, porque estou sempre tão focado. E na reta final eu estava tão cansado, mas então ouvi esse inacreditável barulho do público e disse: sem chance de diminuir agora, vou em frente", contou o sul-africano, extremamente satisfeito.

Oscar Pistorius realmente dominou a prova dos 400 m, distância na qual conseguiu se tornar o primeiro biamputado da história a participar da Olimpíada. Ele cravou novo recorde paralímpico, 46s68, fechando com mais de 3s de vantagem em relação ao segundo colocado, o americano Blake Leeper. O bronze ficou com outro atleta dos Estados Unidos: David Prince. O brasileiro Alan Fonteles foi quarto colocado.

Na noite deste sábado, Oscar Pistorius deu ao público o show que ele esperava. A promessa, feita alguns dias antes, foi cumprida pelo corredor sul-africano, que venceu os 400 m T44, sua principal prova, e fechou o evento de forma "abençoada": alcançou o auge na última prova disputada no Estádio Olímpico nos Jogos Paralímpicos de Londres.

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"Fui abençoado com a última prova dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Londres 2012. Eu nunca consigo ouvir nada nas provas, porque estou sempre tão focado. E na reta final eu estava tão cansado, mas então ouvi esse inacreditável barulho do público e disse: sem chance de diminuir agora, vou em frente", contou o sul-africano, extremamente satisfeito.

Oscar Pistorius realmente dominou a prova dos 400 m, distância na qual conseguiu se tornar o primeiro biamputado da história a participar da Olimpíada. Ele cravou novo recorde paralímpico, 46s68, fechando com mais de 3s de vantagem em relação ao segundo colocado, o americano Blake Leeper. O bronze ficou com outro atleta dos Estados Unidos: David Prince. O brasileiro Alan Fonteles foi quarto colocado.

"Eu me surpreendi com o tempo. Essa foi a minha 24ª corrida dos 400 m, o que é uma temporada muito muito longa. Tem sido uma benção. Não consegui as medalhas que eu queria, mas consegui três delas, dois recordes mundiais e um recorde paralímpico. Eu acho que isso é bem legal", opinou o astro paralímpico.

A referência à decepção em Londres diz respeito aos 200 m, quando esperava ouro, mas foi ultrapassado por Fonteles. Inicialmente, ele também esperava pódio nos 100 m, mas terminou em quarto. Conseguiu recorde mundial na eliminatória dos 200 m e no revezamento 4x100 m, no qual foi ouro.

"Eu acho que aproveitei ao máximo. Hoje (sábado) eu não poderia dizer como essa corrida foi para mim. Eu queria terminar Londres 2012 no topo. Eu queria chegar hoje e fazer a melhor prova possível", afirmou. A missão foi cumprida: ele foi o foco das atenções e levou as cerca de 80 mil pessoas ao delírio, o que pode ser classificado como o topo.

"Eu me surpreendi com o tempo. Essa foi a minha 24ª corrida dos 400 m, o que é uma temporada muito muito longa. Tem sido uma benção. Não consegui as medalhas que eu queria, mas consegui três delas, dois recordes mundiais e um recorde paralímpico. Eu acho que isso é bem legal", opinou o astro paralímpico.

A referência à decepção em Londres diz respeito aos 200 m, quando esperava ouro, mas foi ultrapassado por Fonteles. Inicialmente, ele também esperava pódio nos 100 m, mas terminou em quarto. Conseguiu recorde mundial na eliminatória dos 200 m e no revezamento 4x100 m, no qual foi ouro.

"Eu acho que aproveitei ao máximo. Hoje (sábado) eu não poderia dizer como essa corrida foi para mim. Eu queria terminar Londres 2012 no topo. Eu queria chegar hoje e fazer a melhor prova possível", afirmou. A missão foi cumprida: ele foi o foco das atenções e levou as cerca de 80 mil pessoas ao delírio, o que pode ser classificado como o topo.