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Muricy assiste à abertura do Mundial e sofre com "geladeira japonesa"

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Mostrando que não quer descanso em solo japonês, o técnico Muricy Ramalho saiu do primeiro treino do Santos em Nagoya direto para o Estádio de Toyota, onde assistiu o duelo de abertura do Mundial de Clubes, entre Kashiwa Reysol e Auckland City, na noite desta quinta-feira (horário local), que terminou com vitória por 2 a 0 da equipe japonesa. O treinador chegou durante a primeira etapa e não conseguiu ficar até o final da partida devido ao forte frio na cidade japonesa.

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Apesar de ter saída com apenas 13min do segundo tempo, Muricy conseguiu ter a oportunidade de ver os dois gols do Kashiwa, dirigido por Nelsinho Batista, na primeira etapa. Acompanhado do auxiliar Tata, do vice-presidente do clube, Odílio Rodrigues, e do assessor executivo, Fernando Silva, o treinador abandonou o jogo quando uma forte neblina tomou o gramado.

Na saída, Muricy disse que deu para observar o time japonês e destacou principalmente os brasileiros Jorge Wagner e Leandro Domingues. Em entrevista concedida dentro do estádio à Rádio Estadão/ESPN, o comandante santista disse, porém, que não dá para se ter uma análise exata do possível rival santista na semifinal do torneio, no próximo dia 14.

"Sempre é bom olhar com carinho o jogo. Mas o time da Nova Zelândia parece um pouco amador. Com certeza, teremos um parâmetro melhor no jogo contra o Monterrey (marcado para o dia 11)". Muricy ressaltou um ponto que a equipe santista pode sofrer na partida do dia 14: o frio. O jogo semifinal acontecerá no mesmo horário da abertura do Mundial (19h45 horário local).

"Aqui é uma geladeira, impressionante. Os jogadores (do Santos) estão treinando neste horário para se acostumar já ao clima", afirmou o treinador à rádio.