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"Fim do mundo está mais próximo do que pensamos", diz investidor americano

Jim Rogers alerta: "Talvez comece este ano ou no seguinte"

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Apesar dos furacões devastadores e terríveis terremotos que abalaram o Caribe e o México, o famoso investidor Jim Rogers diz que o pior neste mundo ainda está para vir.

Não obstante as últimas "catástrofes" no mundo, ainda estamos longe de um verdadeiro fim, afirma o famoso investidor, viajante e escritor norte-americano Jim Rogers, consultado pelo The Street.

Embora durante a última Assembleia Geral das Nações Unidas, o presidente Trump tenha ameaçado "destruir totalmente a Coreia do Norte", apesar dos furacões devastadores e terríveis terremotos que abalaram o Caribe e o México, o famoso investidor Jim Rogers diz que o pior neste mundo ainda está para vir.

"Ainda não fomos testemunhas do fim do mundo, porque o mercado continua atingindo máximos históricos", disse o investidor e autor mais vendido em uma nova entrevista.

No entanto, o fim de tudo pode chegar mais cedo do que pensamos, advertiu Rogers.

"Talvez comece este ano ou no seguinte… e vai ser o pior na sua vida e na minha", disse o empresário.

O atual mercado vai acabar mal, segundo Rogers, que avisa que a próxima crise financeira vai ser pior ainda.

Os únicos sobreviventes serão os investidores que sabem o que estão fazendo. "E a maneira de se proteger é investir na matéria que conhece bem", resumiu Rogers.

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