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Bovespa volta a cair nesta segunda

Otimismo com impeachment já não sustenta economia

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A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em queda nesta segunda-feira (14). 

Analistas avaliam que o otimismo com o impeachment da presidenta Dilma se mostrou exagerado e as consequências da Operação Lava Jato já não sustentam a alta econômica.

Às 10h23, o ibovespa recuava 0,32%, aos 49.482 pontos.

Às 10h55, o índice registrava queda de 0,85%, aos 49.215 pontos. 

Às 12h49, o recuo era de 0,10%, aos 49.590 pontos.

Às 14h13, a queda era de 0,05%, aos 49.614 pontos.

As ações da Petrobras estão entre as principais baixas e contribuem para a baixa do ibovespa. Às, 11h20, os papeis ordinários registravam queda de 4,66%, valendo R$ 9,62. Enquanto isso, os preferenciais recuavam 4,08%, a R$ 7,76.  Às 17h8, os preferenciais caíam 8,53%.

Às 17h14, a queda do Ibovespa era de 1,55%, aos 48.867 pontos.

No pregão de sexta-feira (11), a bolsa encerrou em leve crescimento, com a expectativa de desdobramentos do pedido de prisão preventiva do ex-presidente Lula, por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.

Dólar interrompe queda e volta a subir

O dólar abriu as sessões da semana em alta, contrariando a queda da última semana, que fez a moeda chegar a R$ 3,60. Na próxima quarta-feira (16), o Federal Reserve, banco central norte-americano, deve anunciar novas medidas sobre política monetária. Eventual aumento de juros nos EUA pode levar a saída de dólares de países considerados menos seguros, como o Brasil. 

Às 9h50, a moeda norte-americana subia 1,08%, cotada a R$ 3,6206.

Às 10h14, a valorização era de 1,11%, a R$ 3,6215.

Às 12h56, a moeda tinha alta de 1,16%, a R$ 3,6234.

Às 14h17, o avanço era de 1,26%, a R$ 3,6271.

Às 17h24, o dólar subia 1,83%, a R$ 3,6475. 

Na sexta-feira, o dólar fechou a R$ 3,591, com queda de 1,38%. Era a maior desvalorização desde agosto de 2015.

Bolsas da China fecham em alta com sinais de órgão regulador de ações

As bolsas da China fecharam em alta nesta segunda-feira (14) impulsionadas pelas declarações do novo chefe do órgão regulador de ações, pelo avanço de papéis do setor imobiliário e pela relativa estabilidade do yuan em relação ao dólar. As bolsas asiáticas seguem impulsionadas pelas medidas de estímulo monetário adotadas pelo Banco Central Europeu (BCE). 

O principal índice do país, o Xangai Composto, teve alta de 1,75%, a 2.859,50 pontos (a segunda consecutiva) enquanto a bolsa de Shenzhen, de menor abrangência, avançou 1,8%, a 2.859,50 pontos (interrompendo a série de três quedas).

O BCE adotou na quinta-feira um pacote de medidas que incluiu cortes de juros, ampliação de compras de ativos e mais empréstimos baratos de longo prazo. O mercado responde ainda ao bom desempenho do petróleo na semana passada.

O Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) deve anunciar decisões nesta terça-feira. O presidente da instituição, Haruhiko Kuroda, declarou pretende avaliar os efeitos da taxa de depósitos negativa adotada em janeiro. 

O Fed, banco-central norte-americana, por sua vez, deve anunciar medidas na quarta-feira (16). O banco, contudo, deu sinais de que vai continuar acompanhando o desempenho da economia dos EUA e que não deve retomar a alta de juros.