As bolsas da China fecharam em alta nesta segunda-feira (14) impulsionadas pelas declarações do novo chefe do órgão regulador de ações, pelo avanço de papéis do setor imobiliário e pela relativa estabilidade do yuan em relação ao dólar. As bolsas asiáticas seguem impulsionadas pelas medidas de estímulo monetário adotadas pelo Banco Central Europeu (BCE).
O principal índice do país, o Xangai Composto, teve alta de 1,75%, a 2.859,50 pontos (a segunda consecutiva) enquanto a bolsa de Shenzhen, de menor abrangência, avançou 1,8%, a 2.859,50 pontos (interrompendo a série de três quedas).
O BCE adotou na quinta-feira um pacote de medidas que incluiu cortes de juros, ampliação de compras de ativos e mais empréstimos baratos de longo prazo. O mercado responde ainda ao bom desempenho do petróleo na semana passada.
O Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) deve anunciar decisões nesta terça-feira. O presidente da instituição, Haruhiko Kuroda, declarou pretende avaliar os efeitos da taxa de depósitos negativa adotada em janeiro.
O Fed, banco-central norte-americana, por sua vez, deve anunciar medidas na quarta-feira (16). O banco, contudo, deu sinais de que vai continuar acompanhando o desempenho da economia dos EUA e que não deve retomar a alta de juros.