'WSJ': Chegou a hora de fazer as pazes com os mercados emergentes?

Economias dos mercados emergentes estão se reequilibrando

Matéria publicada nesta terça-feira (8) no The Wall Street Journal, comenta que muitas vezes o melhor momento para tirar férias pode ser fora da temporada, sem grandes multidões de turistas e com os preços possivelmente mais em conta. O mesmo pode ser verdade quando se trata de investir nos mercados emergentes em 2016.

Segundo a reportagem, no ano passado, os investidores se afastaram bruscamente das ações e títulos de mercados emergentes. As saídas líquidas atingiram US $ 76,6 bilhões, de acordo com dados compilados pela J.P. Morgan. O índice MSCI, relacionado aos Mercados emergentes perdeu 14,9%. Oscilações e temores com a desaceleração no mundo emergente, liderados pela China, minou o apetite dos investidores pelo risco e iniciou uma debandada dos mercados emergentes. 

No entanto, mesmo que o dinheiro tenha fugido da classe de ativos, pode-se analisar alguns retornos surpreendentes de oferta em alguns nichos de mercado. O início de 2016 ofereceu mais sinais de mudança. Entre 42 ativos financeiros globais de referência rastreados pelo Deutsche Bank, a Bovespa do Brasil e Micex da Rússia, foram classificadas como investimento de alto risco. No entanto, as moedas dos mercados emergentes têm encontrado alguma estabilidade em relação ao dólar. Títulos em moeda local estão em território positivo também.

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