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Bolsas europeias fecham em alta, recuperando quedas recentes

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Grande parte das bolsas da Europa fechou em alta nesta segunda-feira (7), recuperando quedas recentes. O volume de negócios é menor neste início de semana, com o mercado norte-americano fechado em função do feriado do Dia do Trabalhador, assim como a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que comemora a independência brasileira.

No fechamento do pregão europeu, o índice pan-europeu Stoxx 600 avançava 0,48%, aos 354,81 pontos. 

Em Londres, o índice FTSE subiu 0,52%, aos 6.074,52 pontos, refletindo bom desempenho das mineradoras. Outra notícia positiva se refere à suspensão temporária, por parte da Glencore, de sua produção de cobre em duas minas da África. Decisão melhora perspectivas para a cotação do metal, que também avança na sessão de hoje.

Em Paris, o índice CAC-40 subiu 0,59%, aos 4.549,64 pontos. A Alstom se valorizou 3,6%, após relatos de que a União Europeia poderá aprovar, ainda nesta semana, a fusão da companhia com a General Electric. 

Em Frankfurt, o índice DAX registrou valorização de 0,70%, aos 10.108,61 pontos. A Lufthansa teve avanço modesto, de 0,1%, encerrando o pregão em terreno positivo mesmo após os pilotos da companhia anunciarem uma paralisação para amanhã.

Em Milão, o FTSE-Mib subiu 0,70%, aos 21.622,34 pontos. Já na bolsa de Madri, o índice IBEX-35 caiu 0,17%, aos 9.805,40 pontos, e, em Lisboa, o PSI-20 perdeu 0,54%, aos 5.030,00 pontos.

A tranquilidade do mercado ainda é incerta, graças às turbulências causadas pela China. Após os feriados do gigante asiático nas últimas quinta (3) e sexta-feira (4), expectativa era de que o mercado despencasse no pregão de hoje. Mesmo após o governo revisar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) chinês de 7,4% para 7,3%, a bolsa da China teve baixa de apenas 2,52%, resultado não tão grave quando algumas retrações recentes. 

Também segue no radar do investidor a possível alta nos juros norte-americanos na redação do Fed deste mês. Analistas se dividem sobre o início da normalização monetária nos Estados Unidos, que pode afetar o mercado internacional.

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