Petrobras, bancos e elétricas puxam queda da Bovespa nesta terça-feira

A Bovespa fechou em baixa de 1,79% nesta terça-feira (26), aos 53.629 pontos, em linha com o viés externo e mostrando cautela em meio à expectativa da votação das medidas de ajuste fiscal. A queda foi puxada pelas ações da Petrobras, de bancos e de elétricas. 

O sinal negativo das bolsas em Wall Street também influenciou. As ações americanas fecharam em baixa, pressionadas pela forte alta do dólar. O índice Dow Jones caiu 1,04% e fechou com 18.041,54 pontos, enquanto o S&P 500 fechou em baixa de 1,03%, aos 2.104,20 pontos. O Nasdaq Composite recuou 1,11%, para 5.032,75 pontos.

Entre as principais ações do Ibovespa, Petrobras ON (-3,39%) e PN (-3,20%) puxaram as perdas, seguidas por Bradesco PN (-2,97%), Ambev ON (-1,54%) e Itaú PN (-1,46%). 

Já Vale PNA (-0,57%) e ON (1,06%) chegaram a figurar entre as maiores altas do dia por causa do avanço do preço do minério na China, mas perderam força à tarde.

No topo do Ibovespa terminaram Suzano PNA (4,21%), Usiminas PNA (3,01%) e Oi PN (2,87%). Na outra ponta apareceram Ecorodovias ON (-6,11%), Eletrobras ON (-5,27%) e Rumo ON (-4,72%).

Dólar sobe 1,68%, cotado a R$ 3,15

O dólar avançou 1,68%, a R$ 3,15 na venda, após fechar com variação positiva de 0,09% na véspera.

Este é o maior valor desde o dia 1º de abril, quando o dólar terminou o dia cotado a R$ 3,1725.

Na semana e no mês, há alta acumulada de 1,77% e 4,54%, respectivamente. No ano, a valorização é de 18,48%.