As principais bolsas de valores mundiais devem apresentar volatilidade nesta sexta-feira, diante de investidores preocupados com Estados Unidos e China. Além disso, os dados positivos divulgados na Alemanha devem contribuir para o andamento misto do pregão.
Diante deste cenário, os índices europeus operam de lado e o indicador futuro das bolsas norte-americanas aponta para uma abertura em campo negativo.
Por outro lado, as bolsas da China e do Japão encerraram o último pregão da semana com ligeira alta, enquanto os demais mercados acionários da região registraram perdas marginais. A perspectiva de menor crescimento da economia chinesa este ano ainda pesa sobre os mercados asiáticos. Com isso, o índice Nikkei 225 ganhou 0,89%, aos 14.612,45 pontos.
Enquanto isso, na Europa, as bolsas operam em direções opostas, a despeito dos dados mais favoráveis da economia alemã divulgados nesta manhã. Há pouco, o CAC-40, de Paris, registrava ganhos de 0,09%, aos 3.970 pontos. E o DAX, de Frankfurt, desvalorizava 0,78%, aos 8.286 pontos. E o índice FTSE-100, recuava 0,66%, aos 6.652 pontos.
Na Alemanha, Escritório de Estatísticas alemão, Destatis, anunciou que o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu 0,1% no primeiro trimestre de 2013, na comparação com o trimestre anterior.
Além disso, o grupo de pesquisa de mercado GFK revelou que o índice de confiança do consumidor na Alemanha deve subir em junho, aos 6,5 pontos. Em maio, o índice tinha marcado 6,2 segundo dados revisados.
Contudo, o indicador de sentimento econômico IFO da Alemanha ficou estável em maio, chegando a 101,6 pontos ante marca de 101,6 pontos verificada no mês anterior.
Em Wall Street, os investidores seguem pessimistas e indicador futuro das bolsas norte-americanas aponta para uma abertura em queda. Na região, serão divulgados dados sobre as encomendas de bens duráveis de abril.
Aqui no Brasil, o Ibovespa deverá acompanhar o cenário externo.
E abrindo a agenda de indicadores brasileiros, a Fundação Getulio Vargas (FGV) revelou que o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) variou -0,4% entre abril e maio. O resultado confirma a acomodação sinalizada no mês anterior, quando o índice havia ficado estável após seis meses em queda.
Por fim, no mercado de câmbio, o dólar deverá apresentar ganhos em relação às demais moedas.