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Bolsas caem no último pregão da semana

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As principais bolsas de valores mundiais recuam nesta sexta-feira, influenciadas novamente por preocupações com a China e Estados Unidos. Aqui no Brasil, o Ibovespa apresenta desempenho negativo em linha com o exterior.

Por outro lado, as bolsas da China e do Japão encerraram o último pregão da semana com ligeira alta, enquanto os demais mercados acionários da região registraram perdas marginais. A perspectiva de menor crescimento da economia chinesa este ano ainda pesa sobre os mercados asiáticos. Com isso, o índice Nikkei 225 ganhou 0,89%, aos 14.612,45 pontos.

Enquanto isso, na Europa, as bolsas caminham para um fechamento em queda mesmo com dados mais favoráveis da economia alemã divulgados nesta manhã. Há pouco, o CAC-40, de Paris, registrava perdas de 0,09%, aos 3.963 pontos. E o DAX, de Frankfurt, desvalorizava 0,53%, aos 8.307 pontos. E o índice FTSE-100, recuava 0,57%, aos 6.658 pontos.

Na Alemanha, Escritório de Estatísticas alemão, Destatis, anunciou que o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu 0,1% no primeiro trimestre de 2013, na comparação com o trimestre anterior.

Além disso, o grupo de pesquisa de mercado GFK revelou que o índice de confiança do consumidor na Alemanha deve subir em junho, aos 6,5 pontos. Em maio, o índice tinha marcado 6,2 segundo dados revisados.

Contudo, o indicador de sentimento econômico IFO da Alemanha ficou estável em maio, chegando a 101,6 pontos ante marca de 101,6 pontos verificada no mês anterior.

Em Wall Street, os investidores seguem pessimistas com relação às declarações de Bem Bernanke, presidente do Fed e com a Ata do Federal Open Market Committee (Fomc). Com isso, o índice Dow Jones perdia 0,28% aos 15.251 pontos; o S&P 500 tinha desvalorização de 0,42% a 1.643 pontos; e a bolsa eletrônica Nasdaq tinha queda de 0,45% aos 3.443 pontos.

Aqui no Brasil, o Ibovespa recua em linha com o mercado externo. Há pouco, o índice desvalorizava 0,49%.

E abrindo a agenda de indicadores brasileiros, a Fundação Getulio Vargas (FGV) revelou que o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) variou -0,4% entre abril e maio. O resultado confirma a acomodação sinalizada no mês anterior, quando o índice havia ficado estável após seis meses em queda.

Na renda fixa, os juros futuros operam em alta. Instantes atrás, o contrato de DI, com vencimento em janeiro de 2014, o mais negociado, apresentava taxa anual de 8,15%.        Já o dólar opera com ganhos de 0,34%. Há pouco, a moeda era vendida a R$ 2,053.