Segundo o dirigente, uma série de fatores contribui para a escassez de oferta de gado para abate, entre eles o excessivo abate de fêmeas em anos anteriores e a estiagem e queimadas que assolam principalmente as regiões Centro-Oeste e Norte, indicando que a recuperação do rebanho vai demorar para acontecer. "Estamos passando uma fase em que nitidamente não há quantidade suficiente de animais e nem para reposição", enfatiza.
Apesar dos estoques próprios dos frigoríficos e do sistema de venda na bolsa, a perspectiva é de que a escassez se estenda para outubro e novembro. "Depois que terminarem os estoques do confinamento, vamos ter que voltar a buscar o animal a pasto. Provavelmente vamos entrar 2011 com falta de boi", prevê Nogueira.
(Redação - Agência IN)