Por lá, hoje foi revelado que a venda de imóveis novos avançou 23,6% em junho deste ano, ante o mês anterior, para 330 mil unidades. O dado veio bem acima do esperado pelo mercado, que previa alta em torno de 6%.
Para completar o cenário positivo, hoje a FedEx revisou para cima suas expectativas de ganhos. A notícia animou os investidores e as ações da companhia valorizaram mais de 5%.
Em meio ao cenário, os principais índices de Wall Street fecharam com ganhos. Ao final do pregão, em Nova York, o índice Dow Jones Industrial Average subiu 0,97%, aos 10.525 pontos. O S&P 500 avançou 1,12%, aos 1.115 pontos. E na bolsa eletrônica, o índice composto Nasdaq cresceu 1,19%, aos 2.296 pontos.
No mesmo sentido, entre as principais bolsas da Europa, também prevaleceu o movimento comprador. No continente, os investidores estiveram atentos à divulgação de dados norte-americanos, com o resultado do teste de estresse em segundo plano. Ao final do pregão, o índice FTSE-100, de Londres, subiu 0,72%, aos 5.351 pontos. O DAX, de Frankfurt, ganhou 0,45%, aos 6.194 pontos e o CAC-40, de Paris, teve valorização de 0,81%, aos 3.636 pontos.
Na Argentina, o Índice Merval, da bolsa de valores de Buenos Aires, registrou alta de 0,55%, aos 2.388 pontos.
No Brasil, o Ibovespa acompanhou o cenário externo e, após operar de lado, fechou com alta de 0,18%, aos 66.443 pontos. O giro financeiro da bolsa finalizou o dia em R$ 4,079 bilhões.
Na renda fixa, os juros futuros se ajustaram para baixo. O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2011 apontou taxa anual de 10,90%. No câmbio, o dólar comercial subiu e encerrou vendido a R$ 1,76.
E nas commodities, os preços do petróleo no mercado internacional fecharam em queda. A cotação do barril de petróleo do tipo WTI, com vencimento em agosto, recuou 0,02% para US$ 78,96 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (NYMEX, sigla em inglês). Já o barril do tipo Brent, com vencimento em setembro, caiu 0,05% cotado a US$ 77,41 no ICE Exchange de Londres.
(Redação - Agência IN)