O monumento, de 38 metros e que mostra Jesus Cristo de braços abertos, entrou em reforma em março, em parceria entre a mineradora Vale do Rio Doce e a Arquidiocese do Rio de Janeiro, para uma obra de R$ 7 milhões.
A mineradora comprometeu-se ainda a cuidar da manutenção e conservação do Cristo até 2015.
A famosa estátua, que está prestes a completar 80 anos - foi inaugurada em 12 de outubro de 1931 -, estava com rachaduras, infiltrações, além da perda de parte de sua cobertura, composta por mosaicos de pedra sabão.
A reposição dessas peças foi a parte mais difícil, segundo a arquiteta Márcia Braga, responsável pela restauração do famoso ponto turístico. "O pior foi encontrar as peças com as cores adequadas para não ter uma variação cromática", explicou em uma coletiva de imprensa. A solução encontrada foi utilizar as mais de 60 mil pedras sabão necessárias da mesma jazida que forneceu as peças na época da construção da estátua.
E os trabalhos de restauração não se limitaram à parte externa do monumento, já que, além da desobstrução de um dreno, que mantinha em cada braço do monumento cerca de 300 litros de água, foi instalado um sistema de iluminação interno.
"Conseguimos também reativar a manta catódica, que impede a ferrugem do concreto armado", esclareceu Clézio Dutra, engenheiro responsável pela obra.
(Redação com AFP - Agência IN)