Na Europa, os índices acionários passaram por um dia de correção diante dos ganhos no pregão anterior e acabaram em queda. Ao final do pregão, o índice FTSE-100, de Londres, recuou 0,98%, aos 5.246 pontos, o DAX, de Frankfurt, caiu 0,38%, aos 6.269 pontos e o CAC-40, de Paris, teve desvalorização de 0,83%, aos 3.705 pontos.
Nos Estados Unidos também prevaleceu a ponta vendedora com os agentes financeiros reagindo negativamente a indicadores do país. Dentre eles vale ressaltar que a venda de imóveis pendentes caiu 2,2% em maio, ficando bem abaixo do projetado por economistas. Diante disso, ao final do pregão, em Nova York, o índice Dow Jones Industrial Average recuou 1,43%, aos 10.293 pontos. O S&P 500 perdeu 1,61%, aos 1.095 pontos. E na bolsa eletrônica, o índice composto Nasdaq teve desvalorização de 1,19%, aos 2.261 pontos.
Na Argentina, após feriado local, o Índice Merval da Bolsa de Valores de Buenos Aires registrou expansão de 0,35%, aos 2.328 pontos.
E no Brasil, o Ibovespa não resistiu a pressão dos índices acionários norte-americanos e encerrou em baixa de 0,03%, aos 64.810 pontos. O giro financeiro da bolsa totalizou R$ 5,331 bilhões. Durante o dia a bolsa chegou a se descolar do movimento externo, no entanto, não se sustentou pela tarde.
Já no mercado de renda fixa, a curva de juros passou por um dia de ajustes técnicos. O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2011 projetou taxa anual de 11,27%. No câmbio, o dólar comercial fechou com leve expansão, e acabou vendido a R$ 1,77.
Nas commodities, por sua vez, os preços do petróleo caíram diante de números negativos da economia norte-ameriana, o que reduziu a demanda pela matéria-prima. Diante disso, a cotação do barril de petróleo do tipo WTI, com vencimento em julho, perdeu 0,8%, para US$ 77,20 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (NYMEX, sigla em inglês). O barril do tipo Brent, com vencimento em agosto, desvalorizou 0,8%, cotado a US$ 78,18 no ICE Exchange de Londres.
(Redação - Agência IN)