Os monitoramentos são realizados de diversas maneiras, como na flora, fauna e aves, sendo o último o mais importante, ou seja, quanto mais espécies de aves existem no local, a preservação é maior. Segundo Luiz Cornacchioni, diretor de relações institucionais da Suzano Papel e Celulose, outros meios de proteger o meio ambiente são realizados. "Plantamos os eucaliptos deixando um corredor entre eles, para que os animais circulem. Além disso, plantamos mosaico, que significa plantar eucaliptos em várias idades, pois cada idade demanda certa quantidade de água", explicou.
Em relação ao reflorestamento, Cornacchioni enfatiza que todas as áreas utilizadas são remanejadas. "As terras adquiridas geralmente são terras de pastagens, o que a torna ruim. Cuidamos e nutrimos este solo, para que a plantação de 400 mil eucaliptos por dia seja efetiva".
No mesmo sentido, a base florestal da Fibria conta com cerca de 115 mil hectares de plantios renováveis de participantes do programa de fomento florestal, importante fonte alternativa de madeira para a empresa e de diversificação de renda e do uso da terra para o produtor rural que responde por empregos no campo.
Já nos investimentos, a Suzano aplica em responsabilidade ambiental por ano cerca de R$ 9 milhões, como, monitoramentos ambientais, monitoramento de água e de avifauna, adequações para certificação FSC (verificação dos cumprimentos de questões ambientais) e trilhas ecológicas.
Nos programas de reciclagem, o diretor destaca a importância das cooperativas. No papel reciclado 70% vem do pré-consumo (que são as sobras de papel no momento da embalagem) e 30% do pós-consumo. "As cooperativas recolhem o papel que não é mais utilizado e vende para as indústrias, o que acaba gerando emprego", completou.
(Niviane Magalhães - Agência IN)