Índice de crescimento do Brasil teve alta de 3,4%

SÃO PAULO, 12 de maio de 2010 - O índice de crescimento do Brasil teve alta de 3,4% e variação mais favorável do que a média regional pelo nono trimestre consecutivo. O resultado atingiu 4,48 pontos no mais recente relatório Indicador da Sociedade da Informação (ISI) para a América Latina, realizado pela Everis, em parceria com a IESE Business School, na Espanha. O estudo apontou que o Produto Interno Bruto (PIB) per capita do País aumentou 5,3% em um ano e atingiu US$ 8.619,00. Pela primeira vez, o PIB per capita brasileiro obteve o segundo lugar no ranking, superando o México e ficando abaixo apenas do Chile.

"Junto com o Chile e o Peru, o Brasil constitui o grupo de países cujo índice progrediu mais do que a média latino-americana, registrando novos recordes. A alta de 3,4% do ISI do Brasil em relação ao mesmo período do ano passado representa a variação mais favorável em comparação com os outros países da América Latina", destaca Teodoro López, presidente da everis Brasil. Há nove trimestres consecutivos, o indicador brasileiro vem apresentando ótimos resultados e isso se deve às Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).

Desde o início de 2001, por exemplo, cinco de cada nove novos computadores do parque instalado na América Latina foram adquiridos no Brasil.

O parque de servidores do Brasil representa a maior expansão regional. Seu índice para mil habitantes atingiu 3,6 unidades, aumento de 9,2% em um ano. Além disso, a quantidade de computadores pessoais por mil habitantes subiu 13,7%. Ou seja, o Brasil tem hoje mais de 262 computadores por mil habitantes, mais do que cinco vezes a média de nove anos atrás, que era de 51 unidades.

Entre as variáveis analisadas, destaca-se a recuperação do índice de gasto total em TIC por pessoa, que superou os US$ 400 por ano, aumento de 25,9% em relação ao mesmo período do ano passado. No que diz respeito ao Ambiente da Sociedade da Informação (ESI, em espanhol), o desempenho econômico da região foi positivo. Também foi relevante a queda da inflação, que caiu para 4,5%, em comparação aos 5,8% do ano anterior.

(Redação - Agência IN)