Ao mesmo tempo, o valor monetário de software não-licenciado - considerado prejuízo aos fabricantes de software - aumentou no Brasil de US$ 1,64 bilhão em 2008 para US$ 2,25 bilhões em 2009, devido principalmente à grande expansão do setor de TI e da base de usuários no País, e à valorização do real perante o dólar.
Segundo Frank Caramuru, diretor da BSA no Brasil, o estudo demonstra que os esforços da indústria de software e de autoridades brasileiras para reduzir a pirataria vêm conquistando resultados significativos. A taxa ainda é alta, mas é a menor entre os países do BRIC e a segunda menor da América Latina, posicionando o Brasil como um líder global credenciado para influenciar avanços em outros países. Saindo da mais severa recessão global em 20 anos, continuaremos a nos engajar com governos, empresas e consumidores para demonstrar os riscos da utilização de software ilegal e o impacto negativo que a pirataria tem sobre a economia brasileira.
O relatório foi lançado simultaneamente em mais de 50 países e contempla indicadores de pirataria em mais de 100 nações. O estudo foi conduzido pelo IDC, empresa líder em pesquisas e previsões sobre a indústria de Tecnologia da Informação (TI) e conta com o apoio da Associação Brasileira de Empresas de Software (ABES).
(Redação - Agência IN)