Em Wall Street, os índices acionários inverteram a tendência da abertura e encerraram em alta. No final da tarde, foi revelado ainda que o crédito ao consumidor nos Estados Unidos recuou 8,5%, ou US$ 17,5 bilhões, em novembro, caracterizando o décimo mês consecutivo de queda. O Dow Jones subiu 0,11%, para os 10.618 pontos; o Nasdaq valorizou 0,74%, para os 2.317 pontos; e o S&P 500 teve alta de 0,29%, para os 1.144 pontos.
Por sua vez, após oscilarem entre altas e baixas, as praças acionárias da Europa mantiveram-se em terreno positivo nesta sexta-feira. O aumento das exportações na Alemanha acima do estimado pelos analistas compensou o inesperado corte de postos de trabalho em dezembro na economia norte-americana. Diante disso, o FTSE-100, de Londres, subiu 0,14%, aos 5.534 pontos; o DAX, de Frankfurt, avançou 0,30%, aos 6.037 pontos; e o CAC-40, de Paris, ganhou 0,51%, aos 4.045 pontos.
Por aqui, a volatilidade também foi palavra de ordem no último pregão da semana. Após abrir em alta, a ponta compradora não se sustentou na bolsa brasileira. Ao final dos negócios, o Ibovespa marcou retração de 0,27%, aos 70.262 pontos. O giro financeiro ficou em R$ 6,51 bilhões.
Na Argentina, o índice Merval fechou em terreno negativo, com recuo de 1,54%, aos 2.352 pontos.
Nas commodities, o barril do petróleo fechou com tendência mista, refletindo a desvalorização do dólar frente ao euro. O preço do barril de petróleo do tipo WTI, com vencimento em fevereiro, subiu 0,1%, cotado a US$ 82,75 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (NYMEX, sigla em inglês). E o barril do tipo Brent, com vencimento em fevereiro, recuou 0,3%, negociado a US$ 81,29 no ICE Exchange de Londres.
Na renda fixa, a maioria das projeções embutida nos Certificados de Depósito Interfinanceiro (CDI) encerrou o dia sinalizando queda. O DI com vencimento em janeiro de 2011 apontou taxa anual de 10,31%. No câmbio, o dólar fechou em baixa, vendido a R$1,73.
(Redação - Agência IN)