"Nós temos que garantir o abastecimento, mas, por enquanto, não há nenhuma perspectiva maior de desabastecimento. Nós não trabalhamos com essa hipótese", afirmou Lobão. Segundo ele, o governo também não estabeleceu um preço máximo para o álcool. "Nós não podemos interferir no preço, mas o ideal é que não suba mais do que o que já subiu".
Os ministros voltam a se reunir, na próxima segunda-feira (10), para discutir se o percentual de 25% de álcool na gasolina será reduzido. A reunião será realizada no Conselho Interministerial do Açúcar e do Álcool (Cima) e contará, também, com a presença do ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge. As informações são da Agência Brasil.
(Redação - Agência IN)