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EUA acusam emergentes de voltar atrás na transparência

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SÃO PAUL, 17 de dezembro de 2009 - A secretária de Estado, Hillary Clinton acusou nesta quinta-feira, em Copenhague, as grandes economias emergentes de "dar marcha a ré" quanto à transparência de seus compromissos para lutar contra a mudança climática.

"Em muitas ocasiões no passado que todas as principais economias se comprometeram com a transparência. Agora que estamos tentando definir o que esta transparência significa e como podemos implementá-la e observá-la, ocorre uma marcha a ré nessa transparência e isso, para nós, é algo que prejudica todo o esforço com que estamos comprometidos", declarou.

"Se não houver um compromisso sobre a transparência, consideramos que não pode haver acordo. É preciso ter um compromisso a respeito da transparência", acrescentou.

Os Estados Unidos estão preocupados em poder verificar, medir e controlar os esforços iniciados pela China em termos de mudança climática.

Hillary também anunciou que seu país vai contribuir com US$ 100 bilhões por ano até 2020 para um fundo que ajude os países pobres a lidar com a mudança climática.

Este valor também é considerado necessário pela Comissão Europeia para responder às necessidades de adaptação dos países em desenvolvimento aos impactos da mudança climática e a atenuação de suas emissões.

(Redação com agências internacionais - Agência IN)